Ministro do STF fará palestra aberta ao público na Escola do MP

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Frio volta a SC com ciclone em alto-mar: mínima pode chegar a 0 °C na segunda e mar fica agitado no litoral

Defesa Civil prevê queda das temperaturas a partir de sábado (17), geada no Planalto Sul e no Meio-Oeste na segunda (19) e ondas de até 2,5 m em Florianópolis.

Joaquina ganha passarela de madeira sobre as dunas, com rampa a partir do estacionamento

Estrutura de 185 metros foi concluída em 13 de outubro, custou cerca de R$ 695 mil e fica pronta mais de dois meses antes do verão.

Avenida da Saudade, no Itacorubi: pedestres e ciclistas passam a usar desvio pelo aterro a partir desta sexta

Nova fase da obra começa na tarde de 16 de outubro e deve durar cerca de 15 dias; a ideia é terminar o trecho antes da temporada de verão.

Ciclo do Divino 2026 fecha neste domingo no Rio Vermelho, com 15 comunidades

Encerramento na Igreja de São João Batista reúne as comunidades festeiras da Capital; a procissão sai às 15h e o rito de fechamento está previsto para as 16h30.

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​A Escola do Ministério Público, em Florianópolis, mantida pela Associação Catarinense do MP, aula magna com o Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Teori Zavascki, sobre o tema "Aspectos controversos da lei de improbidade". O evento será no dia 9 de março, às 19h, no auditório da Procuradoria-Geral de Justiça de Santa Catarina, e é promovido em parceria com o Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (CEAF) ​do MPSC. A aula ​será gratuita e aberta à comunidade acadêmica e jurídica do Estado.
 
Sancionada em 2 de junho de 1992, a lei 8.429, mais conhecida como Lei de Improbidade, carrega ainda muitos pontos passíveis de discussão no Judiciário nacional por ser uma ação civil com ​sanções rigorosas. Dentre estas questões podemos citar a prerrogativa de foro, a prescrição das ​sanções, a indisponibilidade de bens, entre outras. 
 
Zavascki, catarinense natural de Faxinal dos Guedes, iniciou sua carreira na década de 70, em Porto Alegre. Foi Advogado do Banco Central de 1976 a 1989, onde exerceu ainda o cargo de Coordenador dos Serviços Jurídicos do Banco Central do Brasil para o Estado do Rio Grande do Sul. Foi aprovado nos concursos para Juiz Federal e Consultor Jurídico do Estado do Rio Grande do Sul (1979), porém não tomou posse. Foi Professor da Universidade do Vale do Rio dos Sinos e da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Integrou o  TRE/RS, nos períodos de agosto/1991 a agosto/1993 e agosto/1993 a agosto/1995. Foi Presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região entre 2001 e 2003 e Ministro do Superior Tribunal de Justiça, de 8 de maio de 2003 a 29 de novembro de 2012.
 
Atualmente é Ministro do Supremo Tribunal Federal e Presidente da 2ª Turma (2014 – 2015). Sua atuação ganhou notoriedade no último ano ao ser designado relator da chamada "Operação Lava a Jato", deflagrada em março de 2014, que investiga um esquema de lavagem e desvio de dinheiro envolvendo a Petrobrás, empreiteiras e políticos brasileiros. O Juiz Federal do Paraná Sérgio Moro é o responsável pelas ações penais dos envolvidos na operação, com exceção dos políticos, que possuem foro privilegiado e são investigados diretamente pelo STF.