O artesanato da Feira da Lagoa na programação de verão de Florianópolis

VariedadesO artesanato da Feira da Lagoa na programação de verão de Florianópolis

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A Feira da Lagoa, na praça Bento Silvério, na Lagoa da Conceição, pode ser um ótimo programa nessas férias de verão. A diversidade do artesanato local confeccionado por cerca de 120 artesãos atrai um grande número de turistas e moradores locais, e faz da Feira um ponto a ser incluído no itinerário turístico da cidade e nos passeios da temporada.

Já tradicional em Florianópolis, a Feira foi criada há sete anos pela Fundação Cultural de Florianópolis Franklin Cascaes e é montada todos os sábados e domingos no centrinho da Lagoa da Conceição.

A Feirarte é constituída por expositores vinculados diretamente à produção e comercialização do artesanato local. Ela é montada em pontos históricos da cidade, como a Praça Fernando Machado e olargo da Catedral, e também na avenida Beira-Mar Norte, Lagoa da Conceição e Ingleses.

Produtos com design inusitado, ar fresco e a magia da Ilha parecem se concentra na Feira da Lagoa, na praça Bento Silvério, na Lagoa da Conceição, todos os sábados e domingos. A criatividade dos trabalhos dos 120 artesões encanta e atrai pessoas de toda a região para o point das famílias e dos jovens. Num pequeno passeio é possível compor um retrato da rica artesania açoriana: além de miniaturas de barcos, bordados, patchwork, sabonetes medicinais, bordados, muitas outras habilidades e proposições, como as organizacionais, decorativas eecológicas, os visitantes também podem acompanhar as atividades das rendeiras. Há, enfim, produto para todos os gostos. Em setembro de 2008, a Feira completou sete anos.

A iniciativa da Fundação Cultural de Florianópolis Franklin Cascaes (FCFFC) é coordenada por Roni Silveira, que lembra a época em que apenas 30 bancas integravam a feira, que surgiu no dia 16 de setembro de 2001. “E ela passou a ser na praça por conta da demanda. Antes o artesanato era vendido dentro do casarão da Lagoa”, relata. Segundo o coordenador, hoje os produtos já estão sendo exportados em virtude do encontro dos artesões com estrangeiros que circulam em grande quantidade no bairro. “Todos que freqüentam a feira sentem a magia e querem voltar”, observa.