Ondas de calor em Florianópolis exigem investimentos em conforto térmico

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Cada vez mais empresas se preocupam com a qualidade do ambiente de trabalho atrelada à economia, responsabilidade com o meio ambiente e sustentabilidade

Em pouco menos de 50 dias, a população brasileira conviveu com duas ondas de calor. A terceira, registrada entre 16 e 24 de fevereiro com temperaturas de 3 a 6 graus acima da média, merece mais uma vez a emissão de alerta do Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia). O período recente, que não dá trégua aos termômetros à noite ou nas madrugadas, também chama a atenção pela abrangência: das 27 capitais, 23, incluindo o Distrito Federal, vêm registrando temperaturas superiores a 30 graus, com elevada sensação térmica. Segundo especialistas, as futuras ondas de calor tendem a piorar e se estender por mais dias, permanecendo por duas semanas ou mais. Da mesma forma que preocupa profissionais da saúde, a situação tem exigido das empresas soluções em conforto térmico e investimentos em sistemas de climatização que contemplem, ao mesmo tempo, saudabilidade dos ambientes de trabalho, responsabilidade ambiental e sustentabilidade.

O alerta do Inmet para a primeira onda de calor de 2025, com efeito localizado no Rio Grande do Sul, foi emitido no dia 17 de janeiro. O segundo, entre 2 e 12 de fevereiro, ampliou sua área de abrangência, incluindo também Santa Catarina e Paraná. A onda recente, de grande alcance, começou no dia 16, atingindo São Paulo, Paraná, Minas Gerais, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul e posteriormente Goiás e Bahia.

Uma das capitais afetadas pela terceira onda de calor, Florianópolis (SC), vem registrando temperaturas máximas entre 29 e 35 graus. A sensação térmica, no entanto, tem atingido 39 graus nos dias mais ensolarados.

Se nas tarefas comuns do dia a dia, as altas temperaturas comprometem o bem-estar de pessoas de todas as idades, especialmente crianças e idosos, nas plantas industriais são grandes os desafios para a manutenção da qualidade, filtragem e renovação do ar. “As condições internas ideais contribuem para a saúde dos colaboradores e, consequentemente, para bons resultados nos negócios. Neste sentido, investimentos em conforto térmico são cada vez mais prioritários nas indústrias”, ressalta o empresário Juan Ormachea, que responde pela Ecobrisa.

Com a função de resfriar os ambientes, o ar-condicionado tem sido a opção de algumas empresas, comércios e mesmo de pessoas físicas. Mas se por um lado o equipamento combate o calor extremo, por outro seu funcionamento intensivo resulta em aumento considerável do consumo de energia elétrica e emissões de gases de efeito estufa. Nestas condições, a adoção de tecnologias de climatização mais sustentáveis se faz necessária.

Referência no mercado nacional, a Ecobrisa Climatizadores Evaporativos desenvolveu um equipamento que difere dos aparelhos de ar-condicionado por reduzir a temperatura de maneira eficaz, ao mesmo tempo em que filtra o ar para todo o ambiente de maneira uniforme.

No caso das empresas, com o climatizador evaporativo é possível manter abertas as portas de galpões de indústrias, depósitos e outras estruturas. “A tecnologia permite a circulação de pessoas, sem que haja interferência ou prejuízos na climatização e renovação do ar”, ressalta Ormachea.

Sem utilizar fluidos refrigerantes químicos, como nos sistemas de ar-condicionado com compressores, os climatizadores dependem principalmente da evaporação da água, reduzindo consideravelmente as emissões de gases prejudiciais. “Além disso, os sistemas evaporativos são duráveis, de fácil instalação e não possuem refrigerantes químicos que necessitem ser gerenciados”, pontua o empresário. Os climatizadores também contam com recursos para controle e até mesmo automação, permitindo o monitoramento eficiente do desempenho.

Outro ponto relevante, segundo Ormachea, é o consumo de energia. Reconhecidos pela alta eficiência energética, os climatizadores evaporativos reduzem a conta de energia em até 95% quando comparados aos aparelhos de ar-condicionado, pois dependem do princípio natural da evaporação da água para resfriar o ambiente.

Para o empresário, uma característica bastante desejável do sistema é a capacidade de adaptação a condições climáticas variáveis. Os climatizadores evaporativos podem fornecer resfriamento eficiente em ambientes com temperaturas mais altas e baixa umidade, o que os torna ideais para regiões com climas quentes. Também são capazes de fornecer umidificação do ar em climas muito secos.

Desde o início do ano, a empresa já registra aumento de 70% na procura pelos climatizadores evaporativos, o que tem demandado reprogramação de turnos e otimização de processos para atender à demanda. “Com todas essas adequações na fábrica, a alta procura pode afetar os estoques. Desta forma, é importante que o cliente se organize para poder usufruir, sem demora, dos benefícios de uma tecnologia que agrega preocupação com o bem-estar humano, combinada com uma relação responsável com o meio ambiente e a sustentabilidade”, conclui Juan Ormachea.