PAC anda a passos lentos na Capital

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Casa dos Açores Museu Etnográfico, em Biguaçu, fecha para reforma estrutural e deve reabrir no primeiro semestre de 2027

Casarão administrado pela FCC fecha a partir desta quarta (4) para obras elétricas, hidráulicas, de telhado e de acessibilidade; oficinas e pesquisa seguem no espaço.

Festival Tambores do Axé leva “Uma Noite de Magia” a Biguaçu no dia 14 de novembro e abre o centenário de Mãe Hilca D’Iansã

Edição do festival reúne sete atrações no Centro de Eventos Fenix, sábado (14), às 21h, com arrecadação de alimentos para a Escola Pan-Africana Olodum Sul.

Villa Francioni abre a série Uvas e Vinhedos, que estreia nesta quarta-feira no canal Modo Viagem, da Globoplay

Vinícola pioneira em vinhos de altitude em Santa Catarina está entre as apresentadas pelo programa, que estreia às 20h30 desta quarta (4) no canal Modo Viagem.

Parque do Morro da Cruz ganha plano de manejo, com nove zonas e quase metade da área fechada à visitação

O Parque do Morro da Cruz, em Florianópolis, ganhou plano de manejo: nove zonas, 49,45% da área sem visitação e regras para o entorno. Veja o que muda.

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Quase um ano depois, só 15% da verba prevista foi utilizada

Treze líderes comunitários do Maciço do Morro da Cruz, na Capital, assinaram um documento no qual reivindicam uma audiência com o prefeito Dário Berger (PMDB) para cobrar explicações sobre o andamento das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) na cidade.

Quase um ano depois de o presidente Lula autorizar a ordem de serviço que trouxe esperança de melhoria de vida aos 22 mil moradores da região, 15% dos R$ 54,6 milhões previstos foram aplicados.

A expectativa da população é visível. Além das obras de saneamento, pavimentação, água e energia, há a possibilidade de emprego. É condição da ação a mão-de-obra local pois, além da pobreza, algumas comunidades são afetadas pelo tráfico de drogas.

No Morro da Queimada, na localidade conhecida como Jagatá, há queixas de obras paradas.

– Duas reuniões do comitê já foram suspensas. Até hoje há casas em risco, muros de contenção não finalizados, escadas sem corrimão – protestou o secretário da Associação dos Moradores do Morro da Queimada e integrante do comitê gestor do PAC, Sulimar Alves, morador do Jagatá.

No Maciço, poucos operários trabalham, principalmente, em muros de contenção e terraplenagem. No Morro Boa Vista (Saco dos Limões), o cronograma também está atrasado.

Um dos problemas relatados pelo vereador Márcio de Souza (PT) seria a contratação de operários sem carteira assinada em obras no Morro do Mocotó, situação que afirmou já ter denunciado ao Ministério Público.

Segundo o secretário municipal da Habitação e Saneamento, Átila Rocha dos Santos, as obras começaram em áreas mais críticas de deslizamentos:

– Houve problemas por causa das chuvas e porque a Casan estava trabalhando ao mesmo tempo no saneamento.

Construção das casas é a maior dificuldade

Um impasse na contratação da empresa que construirá as 400 casas é um dos principais problemas. Estão previstos R$ 20 milhões para as moradias, mas apenas uma construtora apresentou-se na licitação e, segundo o secretário da Habitação e Saneamento, com valor bem acima do previsto no orçamento.

Ele prevê o início da construção em, no máximo, 90 dias. O sistema de transporte vertical (bondinho), um das grandes promessas do PAC, deverá ser concretizado na última etapa.

O prefeito admitiu que em janeiro houve recuo das principais obras em razão do ritmo lento de trabalho. Outra dificuldade apontada por Dário é a demora para a liberação do certificado de regularidade previdenciária. Ele garantiu que se reunirá com os líderes comunitários.

(Diogo Vargas, DC, 11/02/2009)