Pescado catarinense 100% aproveitado

NegóciosPescado catarinense 100% aproveitado

Frio volta a SC com ciclone em alto-mar: mínima pode chegar a 0 °C na segunda e mar fica agitado no litoral

Defesa Civil prevê queda das temperaturas a partir de sábado (17), geada no Planalto Sul e no Meio-Oeste na segunda (19) e ondas de até 2,5 m em Florianópolis.

Joaquina ganha passarela de madeira sobre as dunas, com rampa a partir do estacionamento

Estrutura de 185 metros foi concluída em 13 de outubro, custou cerca de R$ 695 mil e fica pronta mais de dois meses antes do verão.

Avenida da Saudade, no Itacorubi: pedestres e ciclistas passam a usar desvio pelo aterro a partir desta sexta

Nova fase da obra começa na tarde de 16 de outubro e deve durar cerca de 15 dias; a ideia é terminar o trecho antes da temporada de verão.

Ciclo do Divino 2026 fecha neste domingo no Rio Vermelho, com 15 comunidades

Encerramento na Igreja de São João Batista reúne as comunidades festeiras da Capital; a procissão sai às 15h e o rito de fechamento está previsto para as 16h30.

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Agroforte transforma, e torna útil, as partes do peixe que não servem para serem comercializadas

 

Santa Catarina continua mantendo o posto de um dos maiores produtores de pescado do Brasil, fazendo com que a atividade desempenhe importante papel na economia do estado. E um bom exemplo disso é o Mercado Público de Florianópolis, que  comercializa toneladas do produto por dia. 

 

Mas você já parou para pensar para onde vão todos esses resíduos de peixe e camarão que sobram no final do dia? Por aqui é a Agroforte quem reaproveita o que seria lixo e transforma tudo em farinha, muito utilizada na fabricação de ração animal, e óleo, que pode ser usado como matéria-prima na produção de cápsulas de Ômega 3. 

 

Considerada uma das maiores empresas de reaproveitamento de resíduos de pescados do Brasil, a indústria de Biguaçu recebe toneladas de insumos por dia. Desde pequenos fornecedores, como peixarias, até grandes comerciantes do produto. E boa parte de sua produção é exportada para diversos países da América Latina e Europa. 

 

“De forma consciente e em parceria com peixarias, colônia de pescadores, pequenas, médias e grandes empresas de pescados e mercados públicos, a Agroforte transforma, e torna útil, as partes do peixe que não servem para serem comercializadas. Em uma ponta nós recebemos as sobras e na outra nós entregamos matéria-prima”, pontua José Humberto de Souza, gestor da Agroforte. 

 

Com papel fundamental no ciclo socioambiental do Estado, a indústria se enquadra no critério de serviço essencial e não parou durante a pandemia. A suspensão das atividades da fábrica acarretaria em um sério problema ambiental aos municípios, com o acréscimo de todo esse resíduo diariamente nos aterros sanitários.