Problemas na Praia do Moçambique são debatidos na Assembleia Legislativa

PolíticaProblemas na Praia do Moçambique são debatidos na Assembleia Legislativa

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Estrutura de 185 metros foi concluída em 13 de outubro, custou cerca de R$ 695 mil e fica pronta mais de dois meses antes do verão.

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Nova fase da obra começa na tarde de 16 de outubro e deve durar cerca de 15 dias; a ideia é terminar o trecho antes da temporada de verão.

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Representantes da Federação Catarinense de Surf (Fecasurf) e da entidade SOS Moçambique participaram da reunião da Comissão de Turismo e Meio Ambiente da Assembleia Legislativa, em Florianópolis, na manhã desta quarta-feira, 20, para relatar diversos problemas enfrentados na Praia do Moçambique, em Florianópolis, que integra o Parque Estadual do Rio Vermelho. As informações são da Agência Alesc.

Situações que envolvem abandono de animais, casos de assaltos e roubos, perturbação da ordem pública, destruição de vegetação nativa e lixo na praia foram evidenciadas nos depoimentos do presidente da Fecasurf, Frederico Leite, e dos representantes da SOS Moçambique, Rafael Teixeira e Joani Felix. "Queremos uma solução para esses problemas. É preciso que os órgãos competentes deem uma atenção à Praia do Moçambique", disse Teixeira.

A principal reivindicação da comunidade é o Plano de Manejo do Parque Estadual do Rio Vermelho. Conforme o diretor de Proteção dos Ecossistemas da Fundação do Meio Ambiente (Fatma), coronel Márcio Luiz Alves, o termo de referência está pronto e os recursos garantidos para o lançamento do edital de licitação. 

Outra solicitação é a instalação de uma cancela na entrada do parque para restringir o acesso na madrugada. 

O presidente da comissão, deputado Gean Loureiro (PMDB), sugeriu o agendamento de uma reunião para tratar do caso com a participação do secretário estadual de Segurança Pública, César Grubba, de representantes da comunidade, da Fatma, do Centro de Controle de Zoonoses de Florianópolis, e da Companhia Melhoramentos da Capital (Comcap). Na opinião do deputado João Amin (PP), que levantou o tema na reunião do colegiado, é necessária uma união de esforços para resolver os problemas apresentados.