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quinta-feira, outubro 21, 2021
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Empresa responsável pela reforma da Ponte Hercílio Luz desiste do serviço

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Empresa responsável pela reforma da Ponte Hercílio Luz desiste do serviço

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Pelo menos até o fim de 2017, a Ponte Hercílio deve permanecer apenas como um belo cartão postal de Florianópolis, sem colaborar com a mobilidade urbana da cidade. A previsão é do presidente do Departamento Estadual de Infraestrutura (Deinfra) , Paulo Meller, que confirmou nesta quarta-feira, 26, que a empresa responsável pela primeira etapa da reforma da ponte desistiu do serviço.

Em entrevista ao DeOlhoNaIlha na manhã de hoje, Meller explicou que o motivo da desistência não foi esclarecido pela empresa. Apenas um ofício foi enviado ao Deinfra, no fim da última semana, explicando que a decisão foi tomada em uma reunião da diretoria. 

A empresa que estava prestes a começar os serviços de recuperação da ponte é a TDB-Projetos, do Espírito Santo. Contratada na modalidade "emergência", com dispensa de licitação, a empresa teria 6 meses para concluir a primeira parte da reforma que consiste em terminar a estrutura que vai garantir a segurança da obra de reforma. É a fase chamada “ponte segura”,  com contrato de cerca de R$10 milhões.

A empresa capixaba foi convidada para fazer a obra após a rescisão do governo estadual com a construtora Espaço Aberto, em agosto deste ano. O presidente do Deinfra explicou que pesou no convite da TDB, o fato de ela ser uma sub-contratada da Espaço Aberto para a execução da primeira parte da obra e já ter o conhecimento do serviço a ser feito. 

O DeOlhoNaIlha contatou a empresa TDB, mas os funcionários não estavam autorizados a dar informações sobre este caso.

Licitação Internacional

O Governo do Estado deve finalizar, no prazo de três meses, uma licitação internacional para escolher a empresa que vai concluir a reforma da ponte Hercílio Luz. 

De acordo com a Assessoria de Imprensa do Deinfra, a ideia é voltar a utilizar a ponte ponte para facilitar a mobilidade urbana em Florianópolis. 

Sua abertura para o trânsito permitira a passagem de cerca de 20 mil carros por dia, desafogando um pouco do movimento que hoje fica concentrado apenas nas duas pontes de acesso à Ilha.

Hoje passam cerca de 170 mil veículos por dia nas pontes Colombo Salles e Pedro Ivo. 

 

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