Santa Catarina lidera o mercado brasileiro de hospedagem de curta duração, com ROI médio de 16,2%

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Casa dos Açores Museu Etnográfico, em Biguaçu, fecha para reforma estrutural e deve reabrir no primeiro semestre de 2027

Casarão administrado pela FCC fecha a partir desta quarta (4) para obras elétricas, hidráulicas, de telhado e de acessibilidade; oficinas e pesquisa seguem no espaço.

Festival Tambores do Axé leva “Uma Noite de Magia” a Biguaçu no dia 14 de novembro e abre o centenário de Mãe Hilca D’Iansã

Edição do festival reúne sete atrações no Centro de Eventos Fenix, sábado (14), às 21h, com arrecadação de alimentos para a Escola Pan-Africana Olodum Sul.

Villa Francioni abre a série Uvas e Vinhedos, que estreia nesta quarta-feira no canal Modo Viagem, da Globoplay

Vinícola pioneira em vinhos de altitude em Santa Catarina está entre as apresentadas pelo programa, que estreia às 20h30 desta quarta (4) no canal Modo Viagem.

Parque do Morro da Cruz ganha plano de manejo, com nove zonas e quase metade da área fechada à visitação

O Parque do Morro da Cruz, em Florianópolis, ganhou plano de manejo: nove zonas, 49,45% da área sem visitação e regras para o entorno. Veja o que muda.

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Imóveis nascem prontos para o short stay em novo ciclo do mercado. Empreendimento em Anitápolis é uma alternativa a investidores 

Santa Catarina vem se consolidando como o principal polo de investimentos imobiliários do país. De acordo com dados da plataforma DashCity, Santa Catarina também lidera o mercado nacional de hospedagem de curta duração, com ROI médio de 16,2% e nota 9,5/10 em infraestrutura turística.

Fatores como a conectividade aérea, a diversidade de destinos e a regulamentação favorável tornam Santa Catarina o ambiente ideal para investidores que buscam renda passiva com segurança jurídica e liquidez. 

Segundo o CEO da Seazone, Fernando Pereira, o avanço do modelo short stay, locação de curta temporada com gestão profissional, é um dos principais vetores desse movimento. “O rendimento anual do short stay pode chegar acima de 1,5% ao mês sobre o valor do imóvel, em alguns casos até mais, dependendo da localização e da estratégia de operação. É um formato que alia rentabilidade à valorização do patrimônio”, explica.

Segundo o executivo, o investidor está cada vez mais atento à possibilidade de diversificar a carteira imobiliária. “O aluguel tradicional é mais previsível, mas o short stay oferece uma margem de retorno significativamente maior, desde que haja gestão qualificada. É por isso que vemos incorporadoras estruturando produtos já voltados a esse público”, complementa Pereira. A tendência, antes concentrada no litoral, expandiu-se para áreas de serra e interior, acompanhando a tendência global de experiências personalizadas e do trabalho remoto.

O movimento também reflete a profissionalização do mercado. Incorporadoras e gestoras especializadas vêm lançando empreendimentos preparados para operação de curta e média duração, com infraestrutura completa. É nesse contexto que se encontra o Vistas de Anitá, empreendimento desenvolvido pela Seazone, maior gestora de aluguel por temporada do país. Localizado em Anitápolis, a 90 quilômetros de Florianópolis, o projeto une hospedagem de experiência e investimento inteligente. Com cabanas panorâmicas em meio à natureza da Serra Catarinense, o formato permite ao comprador usufruir do imóvel quando desejar e, nos demais períodos, obter rentabilidade por meio da gestão profissional.

Para Pereira, o futuro do setor passa por esse conceito híbrido, que une a praticidade do aluguel tradicional à flexibilidade e alta rentabilidade das hospedagens temporárias. “O short stay deixou de ser apenas uma tendência e se tornou uma estratégia consolidada de investimento”, explica o CEO da Seazone.

Os resultados comprovam a força do formato. Segundo a empresa, os imóveis gerenciados pela Seazone estão entre os que mais faturam pelo Airbnb no Brasil. No caso do Vistas de Anitá, cada cabana tem valor a partir de R$ 320.000,00, e a renda líquida média anual chega a R$ 35,1 mil ao ano, já descontados os custos operacionais.

“Acreditamos que o futuro do mercado imobiliário passa por empreendimentos que entregam experiências reais, e não apenas imóveis. O short stay representa exatamente isso: liberdade, valorização e rendimento em um só ativo”, conclui.