Florianópolis terá Centro de Referência para atender mulheres vítimas de violência

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Casarão administrado pela FCC fecha a partir desta quarta (4) para obras elétricas, hidráulicas, de telhado e de acessibilidade; oficinas e pesquisa seguem no espaço.

Festival Tambores do Axé leva “Uma Noite de Magia” a Biguaçu no dia 14 de novembro e abre o centenário de Mãe Hilca D’Iansã

Edição do festival reúne sete atrações no Centro de Eventos Fenix, sábado (14), às 21h, com arrecadação de alimentos para a Escola Pan-Africana Olodum Sul.

Villa Francioni abre a série Uvas e Vinhedos, que estreia nesta quarta-feira no canal Modo Viagem, da Globoplay

Vinícola pioneira em vinhos de altitude em Santa Catarina está entre as apresentadas pelo programa, que estreia às 20h30 desta quarta (4) no canal Modo Viagem.

Parque do Morro da Cruz ganha plano de manejo, com nove zonas e quase metade da área fechada à visitação

O Parque do Morro da Cruz, em Florianópolis, ganhou plano de manejo: nove zonas, 49,45% da área sem visitação e regras para o entorno. Veja o que muda.

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Florianópolis ganhou hoje o Centro de Referência de Atendimento à Mulher em Situação de Violência. A Casa que vai oferecer programas sociais às mulheres vítimas de agressão é a terceira unidade no Estado, porém a mais equipada. As outras duas funcionam em Joinville e Blumenau.

O Centro Referência inaugurado hoje pelo prefeito Dário Berger vai funcionar como um núcleo de acolhimento e atendimento psicológico, social e jurídico, além de atuar também na prevenção. “É um local onde as mulheres vítimas de agressão vão poder buscar informações sobre seus direitos e receber apoio para se sentir encorajada a registrar o boletim de ocorrência”, explicou a secretaria Municipal da Assistência Social e Juventude, Rose Berger, idealizadora do projeto.

Para viabilizar o funcionamento do programa oi reformada uma antiga residência, conhecida como Casa Rosa, situada no bairro da Agronômica, ao lado da 6ª Delegacia de Polícia. O imóvel ganhou ainda um anexo, passando a contar com 500 metros quadrados de área total construída. .

Proteção

Três anos depois de entrar em vigor, a Lei Maria da Penha se transformou em importante defesa das mulheres na luta contra a violência doméstica e familiar. Com base na aplicação da lei o agressor pode ser punido com três anos de cadeia, além de perder a guarda dos filhos e até ficar impedido de entrar em casa.

No entanto, ressalta a coordenadora da Casa, Eva Paula Franciosi, algumas mulheres deixam de denunciar agressões porque temem não ter como manter o próprio sustento sozinhas, em caso de separação.

Para minimizar essas situações, além de fornecer assistências psicológicas, sociais e jurídicas às vítimas, o Centro de Referência vai contar também com oficinas de inclusão produtiva para promover a profissionalização dessas mulheres. “Todo esse trabalho é feito em conjunto para que a vítima sinta segurança para denunciar as agressões e também tenha condições para, se necessário, buscar sua independência financeira”, concluiu.