Santa Catarina extrapola limite com folha de pagamento dos servidores

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Roda de Timbau Floripa tem oficina gratuita com María Paz neste sábado (26)

Oficina gratuita de timbau com a percussionista chilena María Paz neste sábado (26), das 15h às 16h45, no Instituto Arco Íris, Centro de Florianópolis.

Exposição Movimento Nara Evangeline de Renata Gordo abre em 8 de outubro em Florianópolis

Renata Gordo inaugura “Movimento Nara Evangeline” em 8/10 na Galeria Pedro Paulo Vecchietti, no Centro de Florianópolis, em diálogo com Nara Guichon.

Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis começa com ação para 45 mil alunos

Mostra das Escolas abre a 25ª Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis nesta sexta (25); meta de mais de 45 mil alunos com sessões gratuitas.

Festival Som em Movimento encerra circuito 2026 no Shopping Itaguaçu neste sábado (26)

Última etapa do Festival Som em Movimento, do SESI CULTURA/SC, é sábado (26), às 15h, na praça de alimentação do Shopping Itaguaçu, em São José; entrada gratuita.

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Dados da Secretaria da Fazenda confirmam que Santa Catarina ultrapassou o limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal no último quadrimestre. As informações divulgadas mostram que as despesas com pessoal foram de R$ 6,99 bilhões entre maio de 2012 a abril de 2013, o que representa 47,38% da receita corrente líquida, percentual superior ao limite prudencial de 46,55%. A situação, na prática, impede a administração estadual a dar aumento salarial, criar cargos, nomear servidores e contratar horas extras. As informações são da rádio CBN/Diário.

Os dados do Relatório Quadrimestral de Gestão Fiscal serão publicados até o final do mês no Diário Oficial. Cópias também terão de ser encaminhadas à União. O Tribunal de Contas do Estado (TCE) deve analisar os números somente em junho. Se as despesas atingirem 49% da receita, SC para de receber as transferências constitucionais da União.

Entenda os limites – A Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) estabelece como limite prudencial para despesas com folha o percentual de 46,55% da Receita Corrente Líquida, e considera apenas os gastos de caráter remuneratório de ativos e inativos. Estão excluídas despesas como auxílio alimentação e mão de obra terceirizada, por exemplo, itens que representam mais R$ 420 milhões no desembolso anual do Governo com pessoal.