CDL de Florianópolis apoia operação Tapete Persa

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Parque do Morro da Cruz ganha plano de manejo, com nove zonas e quase metade da área fechada à visitação

O Parque do Morro da Cruz, em Florianópolis, ganhou plano de manejo: nove zonas, 49,45% da área sem visitação e regras para o entorno. Veja o que muda.

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Ação visa coibir a presença dos ambulantes ilegais pelas ruas da Cidade

A CDL de Florianópolis apoia a operação Tapete Persa, que começou no dia 19 de julho, com objetivo de coibir a venda de produtos contrabandeados ou receptados pelas ruas da Cidade.

A ação é realizada pela Guarda Municipal de Florianópolis, na presença de fiscal da Sups – Superintendência de Serviços Públicos e aborda todas as pessoas que estão promovendo o comércio ilegal e faz apreensão das mercadorias quando necessário.

De acordo com o Subcomandante da Guarda Municipal de Florianópolis, Ricardo Pastrana, a ação não tem data para finalizar e, que neste momento, os agentes estão nas ruas de forma preventiva para reduzir as vendas irregulares.

Desde o início da operação, mais de 100 pessoas foram abordadas e mais de 500 produtos foram apreendidos nas principais ruas da Capital catarinense.  

Nem todos os produtos comercializados no Centro de Florianópolis são irregulares, pois tem aqueles ambulantes legalizados que recebem o alvará da Prefeitura para realizar as vendas de forma legal. O foco da ação é inibir o comércio clandestino e sem procedência.

Para o secretário municipal de Segurança, Tenente-Coronel Araújo Gomes, a ação visa deixar o “Centro mais ordenado, assim aqueles que vendem produtos legais conseguem competir de maneira saudável, seja no comércio fixo ou no ambulante de rua legalizado. E desta forma, vamos consertando algumas janelas aqui pelo Centro”, explica.

O combate à pirataria é uma das premissas da CDL de Florianópolis, que luta há mais de uma década para coibir a concorrência desleal estabelecida na Capital. “Quem adquire um produto de origem duvidosa patrocina o crime, além de alimentar a cadeia do comércio irregular que sobrevive sob a base da sonegação”, afirma o presidente da CDL de Florianópolis, Marcos Brinhosa.

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