Agenor Pacheco Junior, diretor de Tecnologia da Dígitro, lidera o time que desenvolveu o novo agente de IA conversacional da empresa.

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Dígitro Tecnologia lança agente conversacional com IA e reforça soberania tecnológica no atendimento digital

Nova solução combina IA generativa, orquestrador próprio e base de conhecimento fechada para garantir respostas seguras, rastreáveis e aderentes ao contexto do cliente

A Dígitro Tecnologia anuncia o lançamento de seu novo agente de IA conversacional generativa, desenvolvido para oferecer interações mais naturais e inteligentes sem abrir mão de controle, segurança e soberania tecnológica. Integrada à Plataforma Nexus, a solução inaugura uma nova etapa na estratégia da empresa em automação e atendimento digital.

Segundo Agenor Pacheco Junior, diretor de Tecnologia da Dígitro, o principal diferencial da ferramenta está na utilização de uma base vetorial controlada, definida pelo próprio cliente. Ao contrário de soluções que recorrem a bases abertas e amplas de conhecimento, o agente da Dígitro opera exclusivamente sobre conteúdos autorizados e previamente estruturados, reduzindo riscos de respostas imprecisas e evitando “alucinações” comuns em aplicações de IA generativa.

“O objetivo não é apenas tornar o atendimento mais fluido, mas garantir que ele seja seguro, contextualizado e aderente às políticas e ao conhecimento oficial de cada organização”, destaca Agenor.

Conversação natural com controle corporativo

O novo agente representa a evolução dos recursos de automação já oferecidos pela companhia desde 2020, quando passou a incorporar Processamento de Linguagem Natural (NLP) aos fluxos estruturados da plataforma.

“Agora, com a incorporação de modelos de linguagem avançados, o nosso sistema permite conversação fluida e contextual, mudança de assunto durante o diálogo, interrupções naturais, atendimento em voz com processamento em tempo real e atuação também via chat”, informa o diretor que esclarece ainda que mesmo com a flexibilidade proporcionada pela IA generativa, o ambiente mantém guardrails configuráveis, garantindo que o agente não ultrapasse limites definidos pelo cliente nem forneça informações fora do escopo autorizado.

Orquestrador próprio e arquitetura flexível

Outro pilar da solução é o orquestrador próprio de IA, desenvolvido internamente pela Dígitro. Ele é responsável por gerenciar autenticação e bilhetagem, controlar filas e priorização de tráfego, integrar múltiplos modelos de linguagem e garantir rastreabilidade e governança das interações.

A arquitetura permite a conexão com diferentes Large Language Models (LLMs), incluindo modelos open source e proprietários, assegurando flexibilidade tecnológica e independência estratégica.

Soberania digital e desenvolvimento nacional

A empresa também reforça seu compromisso com o desenvolvimento tecnológico nacional. Parte dos componentes de voz, como mecanismos de Speech-to-Text (STT), Text-to-Speech (TTS) e filtros de áudio, está sendo desenvolvida com tecnologia própria e parcerias com instituições de pesquisa brasileiras.

“Temos um histórico consolidado em telecomunicações e soluções críticas, e aplicamos essa expertise em processamento de áudio e engenharia de redes para elevar o nível de confiabilidade da IA conversacional em ambientes corporativos e sensíveis”, declara Agenor.

Aplicações em diversos setores

O novo agente poderá ser aplicado em diferentes contextos, como cobrança automatizada e negociação de dívidas, agendamento de consultas médicas, atendimento educacional, suporte interno a colaboradores, direcionamento inteligente em serviços de saúde, atendimento a clientes em contact centers, entre outros.

A solução será disponibilizada dentro do módulo Persona, ambiente no code da Plataforma Nexus, permitindo que coordenadores de atendimento criem fluxos e configurem agentes sem necessidade de programação.

Evolução contínua da automação

Com o lançamento do agente generativo, a Dígitro consolida uma trajetória que começou com bots estruturados, avançou para a identificação de intenção via NLP e agora alcança a conversação contextual com IA generativa, sempre com foco em controle, governança e segurança da informação.

“Ao apostar em base vetorial fechada, orquestração própria e soberania tecnológica, a empresa posiciona sua nova solução como uma alternativa robusta para organizações que desejam adotar IA conversacional sem renunciar à previsibilidade, compliance e domínio sobre seus dados”, conclui o executivo.