Educação na Capital é a quinta melhor do país

EducaçãoEducação na Capital é a quinta melhor do país

Roda de Timbau Floripa tem oficina gratuita com María Paz neste sábado (26)

Oficina gratuita de timbau com a percussionista chilena María Paz neste sábado (26), das 15h às 16h45, no Instituto Arco Íris, Centro de Florianópolis.

Exposição Movimento Nara Evangeline de Renata Gordo abre em 8 de outubro em Florianópolis

Renata Gordo inaugura “Movimento Nara Evangeline” em 8/10 na Galeria Pedro Paulo Vecchietti, no Centro de Florianópolis, em diálogo com Nara Guichon.

Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis começa com ação para 45 mil alunos

Mostra das Escolas abre a 25ª Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis nesta sexta (25); meta de mais de 45 mil alunos com sessões gratuitas.

Festival Som em Movimento encerra circuito 2026 no Shopping Itaguaçu neste sábado (26)

Última etapa do Festival Som em Movimento, do SESI CULTURA/SC, é sábado (26), às 15h, na praça de alimentação do Shopping Itaguaçu, em São José; entrada gratuita.

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Os dados sobre o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal, divulgados recentemente pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), mostram Florianópolis na quinta colocação no quesito Educação. As informações são da Secretaria de Comunicação da Prefeitura Municipal. 

Na Educação, a capital catarinense é classificada como nível “muito alto”, com 0,800. Estão à frente de Florianópolis somente Águas de São Pedro, São Caetano e Santos, localizados no Estado de São Paulo, e Vitória, no Espírito Santo. O cálculo do IDH relativo à Educação leva em conta a taxa de alfabetização de pessoas com 15 anos ou mais e a taxa bruta de frequência à escola.

Em Florianópolis, no ensino fundamental, as crianças de 6 a 14 anos estão em sala de aula. Os que possuem de 4 a 5 anos também estão, em sua ampla maioria – 99,5% – em creches ou núcleos de educação infantil, incluindo todas as redes. Isto totalizava em 2012 a quantia de 9.250 crianças. 

Cidade Livre de Analfabetismo

A taxa de analfabetismo de jovens, a partir de 15 anos, é pequena: 2,09%. Por esse desempenho, o município já havia recebido em 2007 do governo federal o selo de Cidade Livre de Analfabetismo. No entanto, a Prefeitura quer melhorar ainda mais a escolaridade da população. Foi lançada uma campanha que tem como foco principal trazer para os bancos escolares os quase oito mil pais ou responsáveis pelos alunos da rede municipal de ensino que não terminaram o ensino fundamental. Atualmente, já frequentam algum Núcleo de Educação de Jovens, Adultos e Idosos (EJA) quase 1.300 pessoas.

Mais tempo na escola

O sistema de tempo integral é outra estratégia da Secretaria Municipal de Educação para dar mais qualidade à aprendizagem. No ensino fundamental, 48% dos estudantes ficam na escola fora do horário regular de aula para participar de reforço pedagógico e das mais diversas oficinas, como de esporte, arte e informática.

Quanto ao ensino de educação infantil, 68% das crianças de 4 meses a 5 anos ficam nas unidades durante dois períodos: entram pela manhã e saem por volta das 19 horas.

Níveis de primeiro mundo no IDEB

No ano passado, a educação da rede municipal de Florianópolis alcançou a média de países do Primeiro Mundo em relação ao Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), com nota 6. Nos anos iniciais, 54% das escolas básicas, que participaram da avaliação do Ministério da Educação, atingiram notas que variam de 6,0 a 6,6. Os dados do governo federal levam em conta a Prova Brasil e os indicadores de rendimentos dos alunos. Pelo MEC, essa média deveria ser alcançada por Florianópolis somente em 2019, com 6,1.

O bom desempenho das escolas colocou Florianópolis em primeiro lugar entre as capitais do Brasil do primeiro ano ao quinto ano. O município superou Curitiba, Palmas, Campo Grande, Belo Horizonte e Rio de Janeiro.

Nos anos finais, os estabelecimentos municipais de ensino, com nota geral de 4,6, quase já atingiram o que foi projetado pela Presidente Dilma Roussef para 2013 (4,8). Com a avaliação, dentre as sedes de governos estaduais, a capital catarinense ficou na quarta posição, sendo ultrapassada apenas por Palmas, Campo Grande e Curitiba.