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quarta-feira, maio 29, 2024
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Florianópolis ajudará Angola a implantar projeto de educação inclusiva

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Florianópolis ajudará Angola a implantar projeto de educação inclusiva

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Florianópolis ajudará Angola a implantar projeto de educação inclusiva

Nesta quinta-feira (14/05), a Secretaria de Educação de Florianópolis recebeu a visita de uma comitiva da Angola formada por diretores do Instituto Nacional de Educação Especial (INEE) daquele país. Durante a manhã eles estiveram no Centro de Educação Continuada da SME para saber mais a respeito do atendimento inclusivo nas diversas áreas de ensino. À tarde, eles visitaram a Escola Básica João Gonçalves Pinheiro, no Rio Tavares, e puderam conferir o padrão de acessibilidade adotado nas novas escolas da rede municipal, além de uma visita à Creche Idalina Ochôa, no bairro Carianos, onde há quatro alunos com baixa visão, deficiência física e surdez.

A comitiva é formada pelo chefe do Departamento Nacional para Atendimento às Necessidades Educativas Especiais, Lucas Luciano, pelo diretor adjunto do INEE, Fernando Tomé Laureano Sobrinho, pelo chefe do Departamento de Identificação, Diagnóstico e Orientação Psicopedagógica, Fernandes Fançony e pela Técnica do INEE, Benvinda Lucilia.

O Governo do país da costa ocidental da África tem interesse em negociar com a prefeitura futuros projetos de cooperação, já que a Angola não tem projetos de inclusão de alunos com deficiências em escolas da rede pública. Conforme o MEC, Florianópolis é considerada uma das cidades do Brasil com melhor proposta para o atendimento educacional especializado para pessoas com deficiências.

Atualmente o serviço de Atendimento Educacional Especializado (AEE) garante a 360 alunos o acesso ao ensino regular, sendo beneficiados desde crianças de creches e núcleos de educação infantil até os matriculados no ensino fundamental e nos núcleos de Educação de Jovens e Adultos (EJA).

O AEE identifica, elabora e organiza recursos pedagógicos e de acessibilidade que visam eliminar as barreiras para a plena participação dos alunos, considerando as suas necessidades específicas. O Atendimento é realizado no período inverso ao da classe comum freqüentado pelo estudante e desenvolvido nas salas multimeios, também chamadas de salas de recursos multifuncionais.

Visitas continuam nessa sexta-feira

Sexta-feira pela manhã, às 8h30, a comitiva vai visitar a Associação Catarinense de Integração do Cego (ACIC) e às 10 horas se fará presente na Donícia Maria da Costa, no Saco Grande, para acompanhar o que é realizado na sala multimeios da escola com 27 crianças, sendo que a maioria, oito no total, são cegas. No horário das 13h30, todos estarão na APAE e às 15h30 na Escola Básica João Alfredo Rohr, no Córrego Grande, que possui 20 alunos com surdez, deficiência intelectual, autismo, baixa visão, deficiência física e síndromes.

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