Foi um sucesso a exposição "Maria Celeste – 90 anos"

VariedadesFoi um sucesso a exposição "Maria Celeste - 90 anos"

Casa dos Açores Museu Etnográfico, em Biguaçu, fecha para reforma estrutural e deve reabrir no primeiro semestre de 2027

Casarão administrado pela FCC fecha a partir desta quarta (4) para obras elétricas, hidráulicas, de telhado e de acessibilidade; oficinas e pesquisa seguem no espaço.

Festival Tambores do Axé leva “Uma Noite de Magia” a Biguaçu no dia 14 de novembro e abre o centenário de Mãe Hilca D’Iansã

Edição do festival reúne sete atrações no Centro de Eventos Fenix, sábado (14), às 21h, com arrecadação de alimentos para a Escola Pan-Africana Olodum Sul.

Villa Francioni abre a série Uvas e Vinhedos, que estreia nesta quarta-feira no canal Modo Viagem, da Globoplay

Vinícola pioneira em vinhos de altitude em Santa Catarina está entre as apresentadas pelo programa, que estreia às 20h30 desta quarta (4) no canal Modo Viagem.

Parque do Morro da Cruz ganha plano de manejo, com nove zonas e quase metade da área fechada à visitação

O Parque do Morro da Cruz, em Florianópolis, ganhou plano de manejo: nove zonas, 49,45% da área sem visitação e regras para o entorno. Veja o que muda.

Compartilhe

Mais de 1100 pessoas visitaram a exposição de aniversário da artista.

A exposição Maria Celeste – 90 anos, superou as expectativas dos organizadores, visitantes e da própria artista. Entre os dias 10 de junho e 02 de agosto, cerca de 1100 pessoas passaram pelo Museu Histórico de Santa Catarina e puderam ver de perto mais de 60 trabalhos escolhidos pelo crítico de arte João Otávio Neves Filho, o Janga.

A mostra foi planejada por amigos e familiares de Maria Celeste para comemoração de seu aniversário. A artista soube da exposição apenas dois dias antes e afirma que ficou muito satisfeita com os resultados: “A mostra foi além do que eu imaginava. A exposição teve uma repercussão muito grande aqui, em outros estados e até na Amazônia.”. Já a visitante Jandira Spalding, destaca que “todos perceberam a intenção dos administradores do Museu em torná-lo uma casa aberta, recebendo as pessoas com muita cordialidade e calor humano”.

Também conhecida como “Maria dos Paninhos”, a artista começou a fazer tapeçaria aos 64 anos. A obra de Maria Celeste retrata festas, trabalhos, brincadeiras e lendas do cotidiano ilhéu. Maria Celeste explica que não há como ensinar sua arte: “Hoje eu faço bordado solto. Primeiro, há a colagem dos retalhos e depois eu bordo. Não tem um jeito certo. Vai um ponto para cada lado. Quando começo, não sei como vai terminar”. Segundo o livro “Em nome do autor”, a obra de Maria Celeste é inédita, não há trabalho semelhante no Brasil.

Essa foi a segunda vez que a artista apresentou suas tapeçarias no MHSC. Fora do Estado, suas obras já passaram por museus em Brasília e Curitiba.