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sexta-feira, setembro 24, 2021
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Hospital Universitário integra Rede Cegonha do Governo Federal em Santa Catarina

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Hospital Universitário integra Rede Cegonha do Governo Federal em Santa Catarina

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A reitora da UFSC, Roselane Neckel, e a vice-diretora do Hospital Universitário (HU), Maria de Lourdes Rovaris, participaram da cerimônia para assinatura do termo de compromisso para implantação da Rede Cegonha no atendimento via Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu na última terça-feira, 22, na sede da Centrais Elétricas de Santa Catarina S.A. (Celesc), em Florianópolis, e reuniu representantes das 24 unidades hospitalares que vão compor a rede no estado. As informações são da Agecom.

A Rede Cegonha foi desenvolvida pelo Ministério da Saúde (MS) e tem como propostas o atendimento humanizado e a assistência às gestantes e às crianças. Cerca de R$ 28 milhões serão aplicados para a implantação do programa em 18 cidades catarinenses. O HU, considerado referência em parto humanizado, participa informalmente da Rede desde dezembro de 2012.

Os recursos a serem destinados ao HU são da ordem de R$ 100 mil e serão empregados em pequenas reformas no ambulatório e na enfermaria e para a compra de equipamentos não invasivos para atender as gestantes. “Hoje podemos ver algo que o Hospital já praticava ser transformado em uma política nacional. O que antes era feito pelo HU agora é feito por uma rede estadual de referência e não mais em locais isolados”, ressalta o diretor do HU, Carlos Alberto Justo da Silva, professor Paraná.

Ampliar o acesso e melhorar a qualidade do pré-natal, resguardar o direito das mulheres ao planejamento reprodutivo e assegurar a atenção humanizada – da gestação ao pós-parto – com cobertura pelo SUS são aspectos constantes dos Planos de Ação da Rede Cegonha para Santa Catarina aprovados pelo MS. Assegurar o direito das crianças ao nascimento seguro e ao desenvolvimento saudável também são aspectos considerados por esse modelo de atendimento.

No ano de 1998, um grupo de profissionais do HU desenvolveu um projeto para que fosse possível a presença de um acompanhante durante o parto. A proposta foi aprovada na esfera estadual em 2002 e, em 2005, foi instituída a Lei nº 11.108, conhecida como“Lei do Acompanhamento”, com abrangência nacional.

O parto humanizado pode acontecer em casa ou no hospital, na água ou na cama. O acompanhante participa do processo, no qual as decisões da gestante são consideradas e seguem o ritmo fisiológico do nascimento. A proposta é que sejam feitas poucas intervenções médicas, levando em consideração a segurança e a saúde da mãe e do bebê.

O HU promove o Encontro de Gestantes na primeira terça-feira de cada mês. O objetivo é apresentar os departamentos do Centro Obstétrico às mulheres grávidas, para que possam se familiarizar com o ambiente e obter informações sobre o parto humanizado. “Mostramos todos os equipamentos. A bola, a cadeirinha, o banco, o chuveiro – que pode ser utilizado para aliviar as dores – e também a salinha do bebê, para que fiquem seguras de que eles terão o atendimento adequado”, explica a enfermeira Luana Costa. Residentes e doutorandos, supervisionados pelos médicos responsáveis, integram a equipe que faz os partos humanizados no HU.

Mais informações pelo telefone (48) 3721-8024.
 

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