Liberado o consumo de ostras, vieiras, mexilhões e berbigões na Caieira da Barra do Sul

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Frio volta a SC com ciclone em alto-mar: mínima pode chegar a 0 °C na segunda e mar fica agitado no litoral

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Estrutura de 185 metros foi concluída em 13 de outubro, custou cerca de R$ 695 mil e fica pronta mais de dois meses antes do verão.

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Nova fase da obra começa na tarde de 16 de outubro e deve durar cerca de 15 dias; a ideia é terminar o trecho antes da temporada de verão.

Ciclo do Divino 2026 fecha neste domingo no Rio Vermelho, com 15 comunidades

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A Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca desinterditou a localidade de Caieira da Barra do Sul, em Florianópolis, nesta sexta-feira, 3. Após dois laudos negativos demonstrarem que não existe a presença da toxina diarreica (DSP) em cultivos de moluscos, foi liberada a retirada, comercialização e consumo de ostras, vieiras, mexilhões e berbigões daquela localidade. Com a desinterdição da Caieira da Barra do Sul, a Grande Florianópolis não apresenta mais nenhum caso de moluscos contaminados com a DSP. As informações são da Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado da Agricultura e Pesca.

Os exames laboratoriais são realizados pelo Laboratório Láqua-Itajaí a partir de amostras colhidas pela Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc). Apesar da desinterdição do restante do litoral, a Cidasc continua coletando amostras para monitorar a presença da toxina diarreica na água ou nos moluscos bivalves.

A toxina diarréica é produzida por algumas espécies de microalgas que vivem na água, chamadas de Dynophysis, e quando acumuladas por organismos filtradores, como ostras e mexilhões, podem causar um quadro de intoxicação nos consumidores. A presença de Dynophysis é conhecida em Santa Catarina e por isso os níveis da toxina são regularmente monitorados pela Cidasc no litoral. Os últimos episódios de excesso de DSP no estado aconteceram em 2007 e 2008.