SCPar e prefeitura têm projetos distintos para aterro da Baía Sul de Florianópolis

GeralSCPar e prefeitura têm projetos distintos para aterro da Baía Sul de...

Villa Francioni abre a série Uvas e Vinhedos, que estreia nesta quarta-feira no canal Modo Viagem, da Globoplay

Vinícola pioneira em vinhos de altitude em Santa Catarina está entre as apresentadas pelo programa, que estreia às 20h30 desta quarta (4) no canal Modo Viagem.

Parque do Morro da Cruz ganha plano de manejo, com nove zonas e quase metade da área fechada à visitação

O Parque do Morro da Cruz, em Florianópolis, ganhou plano de manejo: nove zonas, 49,45% da área sem visitação e regras para o entorno. Veja o que muda.

A Corda em Si e Rodrigo Gudin Paiva levam “As Paredes Têm Ouvidos” a cinco cidades de SC, com shows gratuitos

Turnê começa em 12 de novembro, em Balneário Camboriú, passa por Joinville, Blumenau e Criciúma e chega a Florianópolis em 4 de dezembro, sempre às 19h, com ingressos gratuitos no Sympla.

ADIT Cidades reúne especialistas internacionais em Florianópolis para debater regeneração urbana, de 11 a 13 de novembro

Primeira edição do evento da ADIT Brasil e da Hurbana, no Passeio Primavera, discute retrofit, investimento em áreas consolidadas e espaços públicos com Ian Goldin, Gil Peñalosa, Tim Gill e Rute Ferreira.

Compartilhe

Ocorreu na noite desta terça-feira, 17, na Assembleia Legislativa, em Florianópolis, uma audiência tratando do uso e ocupação dos 456 mil metros quadrados do aterro da Baía Sul, na região central da cidade. A apresentação conjunta evidenciou o fato de que a Santa Catarina Parcerias (SCPar), empresa do governo do Estado, e a Prefeitura Municipal têm projetos distintos para o local. As informações são da Agência Alesc.

Enquanto a SCPar trabalha com a hipótese de implantar um dos projetos de mobilidade urbana apresentados pelo Grupo CCR e pelo Consórcio Floripa em Movimento, o município, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente (SDUM), planeja requalificar o aterro, construindo no espaço uma Passarela Jardim com 7 metros de altura, ligando a Praça XV de Novembro, no Centro, outra vez ao mar.

O representante da SCPar admitiu que os planos das empresas que se habilitaram no edital de mobilidade urbana não levam em conta as intervenções que a prefeitura deseja executar no aterro da Baía Sul. Por outro lado, o município planeja iniciar as obras ainda em 2014. Para o vereador Lino Peres, a audiência objetivou conhecer as ideias dos atores com interesse no aterro para compor “um mosaico” e, se necessário, promover ajustes.

Segundo o arquiteto César Floriano, secretário-adjunto da SDUM, a Passarela Jardim contempla a construção de quadras de esportes, espaço para grandes eventos, pista de skate, comércio, barzinhos e restaurantes nos terraços, além de previsão para construção da sede da prefeitura. De acordo com o arquiteto, a execução da obra está prevista para iniciar ainda em 2014, com custo estimado em R$ 10 milhões.

O aterro é um imóvel de 456 mil metros quadrados pertencente à União. Em 1974 foi assinado um contrato de cessão para Estado. Entretanto, em 2000, o governo estadual reverteu a doação em favor da União. De acordo com a representante da SPU, o aterro destina-se a obras do sistema viário, à construção de equipamentos públicos e para sedes de órgãos públicos.