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quinta-feira, setembro 23, 2021
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Show do Playing For Change em Florianópolis já tem data confirmada

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Show do Playing For Change em Florianópolis já tem data confirmada

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A Playing for Change Band realiza no dia 11 de dezembro, domingo, show no P12 em Jurerê Internacional. A abertura da casa será às 14h, com apresentação dos DJ’s André Maran e Abel Silva. O show está previsto para ter início às 20h. Ingressos antecipados estão sendo vendidos no site Ingresso Rápido e também na loja que fica na praça de alimentação do Beiraram Shopping.

O evento que marca o encerramento da temporada 2016 do Jurerê Jazz, reunirá 10 músicos vindos do Suriname, África do Sul, Congo, Venezuela, Itália, Japão, Israel, Gana, Colômbia e França. A formação da banda inclui alguns dos melhores músicos do mundo. O resultado é uma fusão única de influências e talentos das ruas no palco.

"Playing for Change" é um projeto multimídia criado com o objetivo de unir músicos do mundo inteiro em prol de mudanças globais. E eles fazem isso através do Playing for Change Foundation, que tem como missão, promover transformação através da música e da educação musical. O show dará continuidade à turnê que divulga a trilogia “Songs Around the World”, cujo último disco saiu no ano passado. 

 PLAYING FOR CHANGE

O primeiro show do Playing For Change no Brasil foi realizado em outubro de 2014 e reuniu mais de 1,6 mil pessoas na Ópera de Arame, em Curitiba. Na época, foram arrecadados mais de R$ 100 mil, o que viabilizou a criação da primeira escola Playing for Change no Brasil. O Instituto Playing for Change é uma organização sem fins lucrativos, que tem como objetivo criar e manter escolas de arte em comunidades carentes do mundo inteiro. O projeto chegou ao Brasil em 2014. A Fundação Playing For Change (PFC) no Brasil é o único órgão filiado a PFC Foundation localizado fora de Los Angeles, a décima escola PFC no mundo e a primeira na América Latina, localizada no bairro Cajuru, em Curitiba
 
Atualmente, a escola atende a 45 crianças, com aulas de musicalização, canto, ritmo (percussão), dança e inglês, nos períodos da manhã e tarde. Oito profissionais ministram as aulas na escola e são remunerados por meio dos recursos captados em eventos, como o show do próximo 11 de novembro.
 
A missão do PFC é produzir uma mudança positiva através da música e da educação artística. Hoje, a entidade possui outras 11 escolas em países da África e Ásia, como Tailândia, África do Sul, Gana, Nepal, Mali, Ruanda, Bangladesh e Argentina atendendo mais de 1.200 crianças. Além de ampliar o atendimento da escola em Curitiba para 120 crianças, a meta do instituto no Brasil é de construir novas escolas em outras comunidades carentes do país.
 
MÚSICOS
 
Tal Ben Ari “Tula” (canto, percussão) – Tel Aviv, Israel

Tula nasceu em  Tel Aviv, mas mora em Barcelona. Iniciou seus estudos de canto, piano e dança com 7 anos de idade, e gastou todo o seu tempo livre durante a infância cheia dessas atividades, mostrando uma paixão especial pela música. No processo de seus estudos, com seus professores, ela explorou diferentes áreas da música, como jazz, soul e folk mediterrâneo, também cantava no coro de sua cidade natal. Desde que chegou em Barcelona em 2005, Tula começou a trabalhar com diferentes grupos, enfatizando a formação de "08001" e, juntamente com solistas eminentes, vocalistas da cena musical, como "Peret", "La Lucrezia", entre outros. Ela ingressou como vocalista em 4 grupos do cenário musical atual em Barcelona. O famoso quarteto vocal cubano "Gema 4", o grupo "Asikides" de origem mediterrânica tradicional e o grupo "Los Moussakis" de influências dos Balcãs. Ela também está colaborando no novo projeto Electro Acapella "Man Ex Maqina" criado por Max Moya, da famosa banda espanhola "Ojos de Brujo", juntamente com Kumar, Mel Seme, Mu e Ayesha Mendham.
 
Titi Tsira (Canto) – Gugulethu, Cidade do Cabo, África do Sul

Titi é uma jovem que vem de Gugulethu, uma cidade Africana nos subúrbios da Cidade do Cabo, África do Sul. Criada por uma mãe atriz e um pai cantor, Titi começou a cantar em uma idade muito precoce. Desde então, ela tem desfrutado de uma carreira bem sucedida, tanto como música solo, e como membro de várias bandas. Desde 2009 ela é membro da banda Playing for Change. Sua música é uma mistura de soul e pop fundidos com influências africanas. Ela está animada para adicionar sua voz única e poderosa para o Movimento Playing for Change.
 
Clarence Bekker (Canto) – Suriname

Nativo do Suriname que se mudou para Amsterdam com 6 anos. Ele desenvolveu seu ofício em sua pátria adotiva e, eventualmente, levou-o ao redor do mundo com pouco mais do que uma guitarra amarrada às costas. Ele começou sua carreira de cantor com a lendária banda holandesa, Swing Soul Machine, onde ele era o cantor mais jovem em 20 anos. Ele cresceu e se tornou um artista de música de dança chamado CB Milton onde fez três álbuns na década de 1990. Atualmente, Clarence está vivendo em Barcelona, Espanha, colaborando com bandas como 08001 e DJs locais como Taito Tikaro.
 
Roberto Luti (Guitarra) – Livorno, Itália

Cresceu ouvindo blues e rock & roll, recorda seu pai, um grande amante da música que tocava em casa. Luti pegou o violão em torno de 8 anos de idade, e seu pai lhe ensinou o básico. Ele continuou aprendendo principalmente por conta própria, amando tocar violão e tentando combinar as linhas e o tom dos guitarristas nos antigos discos de blues. Quando era adolescente, Luti tocou em algumas bandas na área de Livorno, em seguida, aos 22 anos, abraçou seu antigo violão de aço nacional e foi para os Estados Unidos. Ele estava procurando por blues e aventura, queria viajar, tocar nas ruas e viver a vida. Foi para Nova Orleans em setembro de 1999 e deixou a Itália em 2008. Ele afirma que Nova Orleans lhe ensinou muito sobre música e vida. Luti conheceu o PFC em 2002, enquanto tocava na rua do antigo Big Easy. Mark queria vir para Nova Orleans para filmar músicos de rua, e precisava de conselhos sobre a cena na cidade, então ele pegou o número de um amigo (Keb 'Mo') de um músico de Nova Orleans (Anders Osborne) e o chamou. Acontece que Luti estava dormindo em sua casa e acabou atendendo o telefone. Quando Mark disse a ele o que ele estava fazendo, Luti explicou que ele tocava na rua todos os dias. Mark foi para a Cidade, os dois se encontraram e se deram bem, então mantiveram contato e se tornaram amigos. Luti se sente orgulhoso e honrado de ser capaz de ajudar a causa do Playing for Change com sua música. Como ele explica, tocar música é a vida dele, é assim que ele conhece amigos, como se diverte, como supera as dificuldades, e como viaja e compra o seu pão. Hoje em dia Luti toca tanto na rua, como em turnês a Banda PFC, um trio de rock/blues chamado TRES, e alguns de seus bons amigos de Nova Orleans e em todo o mundo: Niki LaRosa, Luke Winslow King, Lynn Drury, Washboard Chaz. Luti também gosta de estar envolvido em outros projetos sociais e musicais, tais como a Orquestra Caciuk e One Eat One Band, ambos localizados em Livorno, Itália.
 
Keiko Komaki (Teclado) – Kagoshima, Japão

Começou a tocar piano com apenas 5 anos de idade. Após a formatura na Kunitachi College of Music, ela rapidamente se tornou mais interessado no mundo da improvisação tocando funk, blues e jazz, em vez de suas raízes clássicas. No entanto, foi alguns anos mais tarde, onde ela aprendeu a música de New Orleans. Mais tarde, ela visitou New Orleans Jazz Fest e decidiu tomar um passo corajoso em 2006, mudou-se de cidade para se tornar um músico, apesar da oposição de sua família. Keiko atingiu seu objetivo musical na cidade. Pouco depois de se mudar para Nova Orleans, ela foi contratada pela Late Marva Wright And the Wild Magnolias como tecladista e ela fez turnê com eles até Marva falecer. Ela pode ser ouvida regularmente em Nova Orleans como um tecladista dos Brass-a-Holics, Vasti Jackson, Benny Turner & Real Blues, Gary Brown Band, e Connie G & o Creole Soul.
 
Mohammed Alidu (Percussao, Canto) – Gana

Mohammed Alidu nasceu na linhagem ‘Bizung chefes de bateria’ no Norte de Gana, estudou com seu pai a partir dos 3 anos de idade. O pai de Alidu ensinou-lhe a história da sua tribo, a cantar, e a linguagem do tambor como seus antepassados tinham feito antes dele. Com a idade de 5, Alidu estava acompanhando seu pai para apresentações no King’s palace. Estas performances ajudaram Alidu a abrir ainda mais o mundo da música para ele, enquanto ele ouvia diferentes linguagens de bateria. Vindo da cidade de Tamale no norte do Gana e agora com sede em Los Angeles, a música de Alidu tem um pé em seu legado familiar de 1000 anos atrás, de ritmos Bizung e ritmos pulsantes e outro no estúdio moderno com sons de clubes e salões de Nova York, Londres e Paris.

Essa versatilidade fez dele um PFC naturalmente e ele também já tocou com diversos artistas, tais como Peter Gabriel (on OVO), Baaba Maal, Tinariwen, Michael Franti, Ziggy Marley e inúmeros outros nos EUA e ao redor do mundo. Recentemente ele estava ligado com Benjamin Lebrave no label tastemaker Akwaaba para um conjunto de remixes. Uma coisa que podemos perceber é que ele se conecta com músicos e platéias por onde passa. Com base no álbum de voz e bateria de 2007 chamado Asisawa, que honrou o legado da sua família, Alidu fez uma demonstração importante sobre si mesmo importante em 2010 no moderno ‘Land of Fire’, que é cheio de vocais fortes, guitarras quentes, violões e trompetes. Lembra o trabalho de lendas como King Sunny Ade, Amadou e Miriam e outros.
 
Juan Carlos Portillo (Baixo) – Venezuela

Nascido na Venezuela, ele estudou no conservatório de música clássica onde adquiriu o seu conhecimento na teoria musical, que mais tarde viria a moldar suas habilidades como sideman em gravações de artista e produtor. Morando em Los Angeles desde 1996, Juan Carlos teve a oportunidade de desenvolver seu estilo e trabalhar em diferentes áreas do negócio da música, gravando e se apresentando com vários estilos de música, como Jazz, rock, Latin Funk, Hip Hop, entre outros.
 
Mermans Mosengo (Canto, Guitarra, Percussão) – Kinshasa, Congo

Após a sua chegada à África do Sul em 1998, Mermans entrou para a banda Jovem Bakuba, como bateirista e baixista. Depois de um ano na banda, ele descobriu que sua independência e estilo musical estavam sendo limitados, por isso decidiu se tornar um artista solo em 1999. Logo ele teve muitas demandas, se apresentava em diversas casas de show na Cidade do Cabo, no entanto, decidiu que preferia uma banda completa, que agora é conhecida como uma banda multicultural, Afro Fiesta.
 
Pablo Correa (Bateria) – Cali, Valle Del Cauca, Colômbia

Pablo Correa é um produtor musical, cantor, compositor, baterista e percussionista de Cali, Colômbia. Desde sua chegada a Los Angeles, em 2000, ele esteve envolvido em produções ao vivo, bem como no campo de gravação para artistas como Cristina Aguilera, Mariah Carey, Katie Perry, Playing for Change e Vilma Palma e Vampiros, ao longo de muitos outros artistas locais.
 
Mathieu Aupitre  (saxofone) – França

Conhecido pelo seu nome artístico "Mateo", é um saxofonista francês, vocalista e adaptador que reside em Barcelona. Ao mesmo tempo em que estudou de Jazz e musicologia em Toulouse, Mateo estreou na cena musical profissional com músicas do Oeste e Norte Africano, Afrobeat, jazz-funk e jazz afro-cubano em diferentes estágios, particularmente no Festival de Jazz Marciac e no Festival Tempo Latino. Desde sua sede em Barcelona, em 2008, Mateo colaborou com artistas como Anga el Indio de la Reve, Lazara Cachao, Robin Reyes, Laura Flores e Orbe Ortiz (Cuba), Bino Barros (Cabo Verde), Hugo Soares (Angola), Tal Ben Ari (Israel), Tchika (Moçambique), James Kakande (Reino Unido), e Clarence Bekker, uma das principais vozes da Banda Playing for Change. Além de seus concertos e gravações em estúdio em Barcelona, ele se apresentou na Colômbia, Cabo Verde, Suécia, Suíça, Áustria, Alemanha, Gana, Itália, Croácia, Ilhas Comores e em Nova York, onde conheceu Mark Johnson. Mateo está atualmente trabalhando em seu primeiro álbum como compositor e líder da banda.

 SERVIÇO: PLAYING FOR CHANGE
ATRAÇÕES: Show com Playing For Change, com abertura dos DJ’s André Maran e Abel Silva 
DATA: 11.12.2016 – domingo
HORÁRIO: Abertura da casa das 14h às 22h
LOCAL: P12 – José Cardoso de Oliveira, Jurerê Internacional.
INGRESSOS ANTECIPADOS: Pista: R$ 150,00 (valores sujeitos à alterações)
PONTOS DE VENDA DE INGRESSOS ANTECIPADOS: ingressorapido.com.br, na loja Ingresso Rápido (Praça de alimentação Beiramar Shopping) e no P12

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