Sushis são alvo de nova Operação DNA do Pescado em Florianópolis

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Foi realizada na manhã desta quarta-feira, 13, mais uma etapa de fiscalização do projeto DNA do Pescado, uma parceria entre o Instituto de  Geração de Oportunidades de Florianópolis (IGEOF), Procon e UFSC.  O objetivo desta nova operação foi detectar fraudes nos peixes utilizados como ingredientes de sushis e sashimis. Nos seis restaurantes visitados, foram recolhidas 21 amostras de peixes comercializados como dourado, atum, olhete, peixe prego e salmão. O resultado da análise sairá em 20 dias e, caso seja detectada alguma irregularidade, o estabelecimento será notificado pelo Procon.

As alunas do curso de Ciências Biológicas da UFSC  Mari Dalva Staffen, Clisten Fatima Staffen e Mariana Londero, orientadas pelos professores Andrea Marrero, doutora na área de genética e biologia molecular, e Renato Freitas, doutor em zoologia, acompanharam os agentes do Procon, coletando o material a ser analisado em laboratório .

O prejuízo causado pela fraude não é apenas financeiro, já que a troca pode acarretar danos para a saúde do consumidor. “O salmão, por exemplo, é uma espécie rica em Ômega 3; então, se alguém está numa dieta que precisa de Ômega 3 e consome o peixe fraudado, está deixando de receber o que necessita. Além disso, a ração dada ao peixe para adquirir a coloração do salmão pode ser extremamente alergênica”, alertou a professora Andrea.