Vereadores de Florianópolis pedem mais segurança nos bairros

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A questão da segurança pública nos bairros foi motivo de pronunciamentos de diversos vereadores que ocuparam a tribuna na primeira das duas sessões realizadas na noite de terça-feira na Câmara Municipal de Florianópolis. Dalmo Meneses (PP) falou sobre a falta de policiamento no Norte da Ilha e do fechamento do posto policial do Rio Vermelho por falta de efetivo e de viaturas.

O vereador lembrou que, quando o Comando de Policiamento do Norte da Ilha foi instalado, em 2010, haviam 180 policiais no destacamento. Hoje, trabalham na região 86 policiais, sendo que 15 estão em férias e cinco afastados por problemas de saúde. “Sobraram 66 policiais para atender toda a região do Norte da Ilha, que tem uma média de 250 ocorrências por quinzena”, disse Dalmo, acrescentando que as câmaras de vigilância colocadas nos Ingleses e no Rio Vermelho, que poderiam auxiliar na fiscalização e no policiamento, não estão funcionando.

Ao discurso de Dalmo, seguiram-se os pronunciamentos dos demais vereadores, como Marcos Aurélio Espíndola (PPS), o Badeko, que destacou a falta de policiamento e de um posto no bairro Monte Cristo, e de Renato Geske (PR), que afirmou que as câmaras de vigilância instaladas na Lagoa da Conceição também não estão funcionando.

O vereador Aurélio Valente (PP), que voltou a cobrar a instalação de um posto policial no Ribeirão da Ilha, disse que os oito anos do governo do PMDB deixaram a segurança pública de Santa Catarina em estado de calamidade, e que, em recente conversa com o titulat estadual da pasta, César Grubba, o secretário lhe teria pedido paciência até que os problemas mais urgentes de falta efetivo fossem solucionados. Por fim, Dalmo Meneses, que também cobrou a instalação de um posto na Praia da Daniela, lembrou que existem mais PMs lotados na Assembleia Legislativa do que no Norte da Ilha.