Custo de Vida na capital catarinense subiu em Janeiro

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Na coletiva deste sábado (17), em Jurerê Internacional, Djenyfer Arnold, Vittoria Lopes, Mikelle Coelho e as francesas Julie Iemmolo e Léa Riccoboni falaram sobre visibilidade e estratégia para a prova de domingo (18), que larga às 5h45.

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Defesa Civil prevê queda das temperaturas a partir de sábado (17), geada no Planalto Sul e no Meio-Oeste na segunda (19) e ondas de até 2,5 m em Florianópolis.

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No encontro do LIDE Santa Catarina na Energiluz, nesta sexta-feira (16), o presidente do Conselho da WEG explicou como funciona a WPA e o conselho de família; painel reuniu Koerich, Docol, Ábaco, Herval, Nexti e Cota Real.

CODEPLAN inicia PPP de iluminação pública e cidades inteligentes para oito municípios do Planalto Norte

Reunião de abertura em Mafra, nesta sexta-feira (16), reuniu prefeitos, BRDE e o Consórcio Pontos de Luz; a previsão é de cerca de 18 meses até o leilão da concessão.

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O custo de vida em Florianópolis apresentou um aumento de 0,88% no mês de janeiro. Com o resultado, o acumulado nos últimos doze meses chega a 6,97%, segundo o relatório do Índice de Preços ao Consumidor (Custo de Vida) de Florianópolis, calculado desde 1968 pela ESAG/UDESC e divulgado pela Associação Comercial e Industrial de Florianópolis (ACIF), por meio de convênio assinado em 2008.

Comparado com o mês de janeiro de 2011, foi identificado um aumento de 0,02 ponto percentual (0,88% contra 0,86%). Em relação ao último mês de 2011, que indicou um aumento de 0,85%, a elevação foi de 0,03 ponto percentual. A principal causa no aumento do mês foram alterações ocorridas nos preços dos produtos alimentares e nos serviços.

Na alimentação, os produtos industrializados subiram 0,89% e os Hortifrutigranjeiros 0,26%, sendo que as principais variações foram identificadas nos itens Chuchu (19,10%), beterraba (12,01%) e feijão preto (6,65%), que sofreram aumento. Já os itens limão (19,84%), pimentão (13,81%) e ovo de galinha (8,72%) sofreram redução.

No Grupo Produtos Não Alimentares, os artigos de limpeza tiveram uma redução de 2,45% e os artigos de higiene 2,21%. Nos Serviços Públicos a tarifa de telefonia subiu 1,97% e o transporte urbano 2,38%.

Outros serviços também subiram, como cuidado pessoal (corte de cabelo e barba, manicure e pedicure, massagem – 7,52%), serviços de educação (mensalidade escolar – 11,39%) e despesas com serviços de manutenção do domicílio (empregada doméstica – 13,51%)