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Plataformas SaaS podem ser alternativa para e-commerce após mudanças da LGPD

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Plataformas SaaS podem ser alternativa para e-commerce após mudanças da LGPD

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São Paulo, SP 30/7/2021 – Mais do que a legislação, o público não quer se sentir invadido por uma comunicação muito clara que veio de dados, mas, sim, de uma conversa direta com ele

Com as mudanças da LGPD, os novos investidores em lojas virtuais precisam ter ainda mais atenção com a forma de investir. Nesse âmbito, as Plataformas SaaS surgem como uma alternativa.

A nova política de privacidade virtual, encabeçada pela implantação da LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados), tem sido cada vez mais implementada. Em agosto, uma série de novas sanções para a Lei 13.709 tornam a questão de dados ainda mais incisiva. Nesse cenário, entram a importância das plataformas SaaS.

O modelo SaaS (software as a service) é disponibilizado em diversos segmentos digitais, e parte do mesmo princípio, de terceirizar a criação, atualização e manutenção de aplicativos e plataformas, em que a empresa responsável pelo serviço cuida de todos os dados pessoais do contratante. 

Nesse contexto, o modelo SaaS para e-commerce também passará por mudanças importantes, tanto de postura da empresa como de soluções para se adequarem ao modelo definido pela LGPD.

As responsabilidades de quem trabalha no modelo SaaS

A mais importante tarefa de quem vai investir online, e no modelo de softwares como serviços, é ter seu Código de Conduta e Privacidade definidos e registrados, em fácil acesso, para usuários e clientes.

As sanções previstas para agosto, e agora regularizadas pela inédita Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD), incluem multas ou até mesmo bloqueio de dados da empresa que violar a privacidade e uso de dados dos usuários. 

Para quem contrata uma plataforma SaaS na criação de um e-commerce, existe o benefício da política de privacidade de dados ser parte dos recursos oferecidos, sendo devidamente gerenciados. Por outro lado, essas mesmas regras devem ser seguidas adequadamente, para que tanto comerciante como prestador de serviços não sejam prejudicados. 

O “marketing sem cookies”

A comunicação entre clientes e empresas tornou-se mais ampla nos últimos anos, ao mesmo tempo em que as informações desses usuários estão mais acessíveis pelas empresas. Toda a política de Proteção de Dados, desde a concepção inicial na União Europeia, tem o intuito principal de dar ao usuário a escolha de oferecer ou não suas informações. 

Partindo desse princípio, as empresas que oferecem o e-commerce no modelo SaaS, além de uma política de dados eficiente, devem garantir ferramentas que auxiliem a comunicação com o público de uma forma menos mecanizada.

“Mais do que a legislação, o público não quer se sentir invadido por uma comunicação muito clara que veio de dados, mas sim de uma conversa direta com ele. Os melhores varejistas no comércio físico não só conhecem bem o seu público, como direcionam toda a equipe para fazer o mesmo. Assim pode ser nos meios online”, informa Uafa Smaili, especialista de e-commerce na Orbital Commerce, responsável por soluções dentro e fora dos meios online para e-commerce e gerenciamento de dados.

Website: https://orbitalcommerce.com.br/

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