Conheça a estratégia da Softplan para ser líder em inovação aberta no setor de software no Brasil

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Edição do festival reúne sete atrações no Centro de Eventos Fenix, sábado (14), às 21h, com arrecadação de alimentos para a Escola Pan-Africana Olodum Sul.

Villa Francioni abre a série Uvas e Vinhedos, que estreia nesta quarta-feira no canal Modo Viagem, da Globoplay

Vinícola pioneira em vinhos de altitude em Santa Catarina está entre as apresentadas pelo programa, que estreia às 20h30 desta quarta (4) no canal Modo Viagem.

Parque do Morro da Cruz ganha plano de manejo, com nove zonas e quase metade da área fechada à visitação

O Parque do Morro da Cruz, em Florianópolis, ganhou plano de manejo: nove zonas, 49,45% da área sem visitação e regras para o entorno. Veja o que muda.

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Empresa é Top 5 Software do Ranking 100 Open Startups 2021, que reuniu mais de 3,3 mil corporações, e se consolida como uma das companhias mais conectadas ao ecossistema de startups

O impacto da pandemia de Covid-19 sobre a iniciativa privada desafiou diferentes empresas a desenvolverem ações eficazes para se manterem relevantes em seus respectivos mercados. No ano, um dos destaques em resiliência é o segmento de softwares, que mobiliza a criação de tecnologias, a oferta de serviços digitais e a origem de soluções inovadoras, na maioria das vezes, aceleradas pela conexão entre grandes companhias e startups. Essa convergência com novos negócios tem como uma das atuais referências a Softplan, empresa que há 30 anos é uma das maiores desenvolvedoras de softwares do Brasil. Pela segunda vez consecutiva a companhia de Florianópolis (SC) é uma das líderes em “open innovation” (inovação aberta) do país.


O reconhecimento foi concedido em evento online na noite desta segunda-feira (23), quando a empresa foi premiada no “Top 5 Software” do Ranking 100 Open Startups 2021, que contou com participação de mais de 3,3 mil empresas e 2,3 mil startups nacionais. O mérito é dedicado anualmente às corporações que mais promovem ações de open innovation com startups e as startups mais atraentes para o mercado corporativo brasileiro. No segmento de Software as campeãs foram TOTVS, Microsoft, Softplan, Sankhya e SAP.


Guilherme Tossulino, diretor de M&A da Softplan, credita a presença no ranking como resultado do planejamento e dos recentes esforços da companhia em trabalhar iniciativas para o crescimento orgânico e inorgânico da empresa, em compasso com a colaboração aos ecossistemas de inovação das áreas em que atua: Justiça, Gestão Pública e Indústria da Construção. Para isso, ocorreram mudanças internas e melhorias de processos e práticas para viabilizar a contratação de serviços e tecnologias de startups e agregá-las ao portfólio da empresa.

“O que nos tornamos nos últimos anos é um reflexo evidente das decisões estratégicas adotadas no ciclo de planejamento estratégico 2016-2020. Decidimos entre tantas coisas, nos tornar uma empresa que transpira inovação e que colabora com os ecossistemas que estamos inseridos. A partir disso, estruturamos projetos de base para alavancar e desenvolver competências, preparar as lideranças para encarar novos desafios e abordar os problemas por um outro ângulo. Nos abrimos e passamos a participar ativamente dos movimentos de inovação, empreendedorismo locais e nacionais. Tornarmos a Softplan uma empresa que conversa e transita nos principais cenários de startups e scale ups do Brasil”, explica.

Investimento em M&A e prospecção de novos negócios

O crescente processo de inovação da Softplan contou com estudos, benchmarkings, aplicação de novas metodologias e uma mudança na estrutura do negócio desde 2016, mobilizando esforços em três pilares: intraempreendedorismo; open innovation; e venture builders. A estratégia evoluiu e teve como importante marco, no início deste ano, a criação de uma nova área de M&A com perspectiva de investir R$ 200 milhões em três anos, para gerir fusões e aquisições.

Desde então, duas novas empresas foram incorporadas ao grupo: Checklist Fácil e Construtor de Vendas – CV. Entre as empresas adquiridas e investidas pela Softplan nos últimos anos também estão a Wegov, 1Doc, e Refera. Guilherme Tossulino acredita que o amadurecimento da empresa na geração de negócios com o ecossistema de startups foi crucial para fortalecer a presença da companhia entre os líderes em inovação aberta.

“Cada nova aquisição nos ensina um pouco. Historicamente o processo de integração pós-aquisição é complexo e exige dos dois lados resiliência e persistência. Aprendemos que há inúmeras maneiras (melhores) de resolver um problema conhecido e nos abrimos verdadeiramente a isso. No campo das interações com o ecossistema passamos a ouvir mais, mesmo quando a empresa ou o negócio não parece ter conexão ou fit conosco no primeiro momento. Entendemos que as empresas conduzidas por bons empreendedores encontram um caminho para o sucesso, seja se adaptando aos aprendizados, seja criando e educando um novo mercado. Certamente ter contratos de aquisição e investimento é um dos fatores que o ranking considera e a execução da nossa estratégia de crescimento inorgânico por meio de fusões e aquisições foi um fator relevante”, justifica.


Para a empresa, as recentes aquisições indicam que o caminho de aproximar sua plataforma de negócios com as de outras empresas SaaS com alto potencial de escala e crescimento é um ativo que provou o seu valor. Dentre os indicativos estão as taxas de crescimento realizadas, acima de 60% ao ano no caso da 1Doc e CV, e o alto índice de vendas desses produtos na base da companhia.


Segundo Guilherme Tossulino, a estratégia deverá ser mantida. “Quando olhamos para o futuro podemos afirmar que nos vemos realizando sistematicamente aquisições que complementam nosso portfólio ou que trazem novos mercados. Estamos cada vez mais convictos e entusiasmados com os movimentos que estamos realizando e com as conversas que estamos tendo com diferentes empresas”, confirma.


“Estamos prospectando negócios SaaS com altas taxas de crescimento e potencial de retorno, com receita predominantemente oriunda de negócios B2B. Não há um tamanho específico para as empresas, mas hoje temos no pipeline negócios que variam de R$ 5 milhões a R$ 50 milhões de faturamento por ano”, completa.