Fiesc defende suspensão da nova alta na tarifa da energia

NegóciosFiesc defende suspensão da nova alta na tarifa da energia

Frio volta a SC com ciclone em alto-mar: mínima pode chegar a 0 °C na segunda e mar fica agitado no litoral

Defesa Civil prevê queda das temperaturas a partir de sábado (17), geada no Planalto Sul e no Meio-Oeste na segunda (19) e ondas de até 2,5 m em Florianópolis.

LIDE SC em São José: Décio da Silva, da WEG, detalha governança familiar e defende separar acionista e executivo

No encontro do LIDE Santa Catarina na Energiluz, nesta sexta-feira (16), o presidente do Conselho da WEG explicou como funciona a WPA e o conselho de família; painel reuniu Koerich, Docol, Ábaco, Herval, Nexti e Cota Real.

CODEPLAN inicia PPP de iluminação pública e cidades inteligentes para oito municípios do Planalto Norte

Reunião de abertura em Mafra, nesta sexta-feira (16), reuniu prefeitos, BRDE e o Consórcio Pontos de Luz; a previsão é de cerca de 18 meses até o leilão da concessão.

Fórum gratuito da ACATMAR qualifica para a economia do mar, que emprega quase 240 mil em SC

O VI Fórum de Capacitação Técnica ACATMAR acontece na terça-feira (20), no IFSC Câmpus Florianópolis-Continente, com nove palestras e inscrições gratuitas para quem trabalha ou quer trabalhar no setor náutico.

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A Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC) defende que o novo aumento da tarifa de energia no Estado, previsto para agosto, não seja realizado. Em ofícios enviados ao diretor da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), Romeu Donizete Rufino, e ao presidente da Centrais Elétricas de Santa Catarina (Celesc), Cleverson Siewert, o presidente da entidade, Glauco José Côrte, lembra que o preço do insumo, que é um dos principais custos do setor industrial, já acumula alta superior a 40% no ano em Santa Catarina. Para a FIESC, o setor seria fortemente afetado se confirmada a nova elevação, estimada entre 10% e 15%.

Conforme estudo da FIESC, o valor do MW/h para a indústria de Santa Catarina é de R$ 605,77, enquanto a média nacional está em R$ 543,81. A tributação incidente sobre o insumo no Estado chega a 43,88%, contra 37,25% da média nacional.

Para amenizar o impacto da alta do dólar e dos encargos setoriais no orçamento da Celesc Distribuidora, a FIESC propõe o aumento da cota de energia “barata”, proveniente de hidrelétricas, que a distribuidora catarinense pode comprar. Para isso, a ANEEL teria que antecipar a redistribuição destas cotas com base no mercado faturado de cada distribuidora, prevista apenas para 2021.

Após fechar 2014 na liderança da geração de empregos no Brasil, a indústria de transformação catarinense iniciou o ano criando menos postos de trabalho do que no ano passado e a partir de abril começou a fechar vagas, eliminando até junho 9,2 mil empregos em função da contração da economia. A produção industrial catarinense acumula queda 7,4% até maio, conforme dados do IBGE. As vendas externas caíram 10% no acumulado entre janeiro e junho, enquanto o faturamento do setor já recua 9% nos primeiros cinco meses do ano.