Fiscalização em restaurantes de comida japonesa do Centro atesta qualidade dos peixes

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Frio volta a SC com ciclone em alto-mar: mínima pode chegar a 0 °C na segunda e mar fica agitado no litoral

Defesa Civil prevê queda das temperaturas a partir de sábado (17), geada no Planalto Sul e no Meio-Oeste na segunda (19) e ondas de até 2,5 m em Florianópolis.

LIDE SC em São José: Décio da Silva, da WEG, detalha governança familiar e defende separar acionista e executivo

No encontro do LIDE Santa Catarina na Energiluz, nesta sexta-feira (16), o presidente do Conselho da WEG explicou como funciona a WPA e o conselho de família; painel reuniu Koerich, Docol, Ábaco, Herval, Nexti e Cota Real.

CODEPLAN inicia PPP de iluminação pública e cidades inteligentes para oito municípios do Planalto Norte

Reunião de abertura em Mafra, nesta sexta-feira (16), reuniu prefeitos, BRDE e o Consórcio Pontos de Luz; a previsão é de cerca de 18 meses até o leilão da concessão.

Fórum gratuito da ACATMAR qualifica para a economia do mar, que emprega quase 240 mil em SC

O VI Fórum de Capacitação Técnica ACATMAR acontece na terça-feira (20), no IFSC Câmpus Florianópolis-Continente, com nove palestras e inscrições gratuitas para quem trabalha ou quer trabalhar no setor náutico.

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A Prefeitura de Florianópolis divulgou o resultado da primeira etapa da Operação DNA do Sushi, realizada em maio. A iniciativa faz parte do projeto DNA do Pescado, que combate fraudes no comércio de pescados na cidade.

O Instituto de  Geração de Oportunidades de Florianópolis (IGEOF), a Secretaria de Defesa do Consumidor, o Procon Municipal e a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) recolheram 21 amostras de peixes utilizados como ingredientes de sushis e sashimis, em seis estabelecimentos da região central de Florianópolis (Miyoshi, Taisho, Chinaki, Kanpai, Palácio da China e Japex).

Após as denúncias recebidas de possível fraude das espécies e análise de DNA recolhida, constatou-se que não houve adulteração em nenhuma das amostras, de salmão, atum, olhete, dourado e peixe prego, conferindo com o tipo de pescado descrito utilizado no comércio.

O Diretor Geral do IGEOF e Coordenador do projeto, Tiago Frigo, destacou a significativa diminuição da incidência de fraudes no comércio de pescados em Florianópolis após o início da operação DNA DO PESCADO.

"Já detectamos através de análise de DNA, a venda do panga e do alabote como linguado, verificamos também a venda de cherne-poveiro como garoupa, polaca do alasca como congrio rosa e bacalhau que não era bacalhau. A melhora na qualidade do pescado ofertado ao consumidor é visível. Por exemplo, na questão específica do bacalhau, verificamos que um ano após o início do programa, a incidência de fraude em Florianópolis caiu de 40% das amostras para apenas 6%. Nosso objetivo é diminuir ao máximo a incidência de fraudes em pescado, e os resultados da primeira etapa do DNA DO SUSHI corroboraram com nossos objetivos", diz Frigo.