PM diz que Estado gastou mais de R$ 100 mil para vigiar Ocupação Amarildo

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IRONMAN 70.3 Florianópolis: atletas da elite feminina falam sobre a primeira prova só de mulheres às vésperas da largada

Na coletiva deste sábado (17), em Jurerê Internacional, Djenyfer Arnold, Vittoria Lopes, Mikelle Coelho e as francesas Julie Iemmolo e Léa Riccoboni falaram sobre visibilidade e estratégia para a prova de domingo (18), que larga às 5h45.

Frio volta a SC com ciclone em alto-mar: mínima pode chegar a 0 °C na segunda e mar fica agitado no litoral

Defesa Civil prevê queda das temperaturas a partir de sábado (17), geada no Planalto Sul e no Meio-Oeste na segunda (19) e ondas de até 2,5 m em Florianópolis.

LIDE SC em São José: Décio da Silva, da WEG, detalha governança familiar e defende separar acionista e executivo

No encontro do LIDE Santa Catarina na Energiluz, nesta sexta-feira (16), o presidente do Conselho da WEG explicou como funciona a WPA e o conselho de família; painel reuniu Koerich, Docol, Ábaco, Herval, Nexti e Cota Real.

CODEPLAN inicia PPP de iluminação pública e cidades inteligentes para oito municípios do Planalto Norte

Reunião de abertura em Mafra, nesta sexta-feira (16), reuniu prefeitos, BRDE e o Consórcio Pontos de Luz; a previsão é de cerca de 18 meses até o leilão da concessão.

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De acordo com a Polícia Militar de Santa Catarina, o Estado gastou R$ 109 mil entre 23 de dezembro de 2013 e 21 de abril deste ano no acompanhamento da chamada Ocupação Amarildo, em que cerca de 500 famílias permaneceram num terreno às margens da SC-401, em Florianópolis. A corporação mobilizou, neste período, 455 policiais militares nas operações de contenção e acompanhamento dos ocupantes. As informações são da assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça de Santa Catarina.

O juiz agrário Uziel Nunes de Oliveira entregou sexta-feira, 25, em Florianópolis, ao Ministério Público e à Assembleia Legislativa, documento produzido pela PM em que são relacionados fatos tipificados como crimes e danos ambientais e que teriam sido praticados pelos dirigentes da chamada “Ocupação Amarildo” durante os quase quatro meses de ocupação – inicialmente na SC-401 e, posteriormente, na SC-406.

As informações servirão de base ao Ministério Público para analisar a possibilidade de propor eventuais ações penais e de ressarcimento de danos contra os infratores identificados. O documento foi também entregue ao Legislativo catarinense, explicou o magistrado, como forma de fomentar o debate sobre tais ações e suas consequências.