Poeta lança livro hoje no Centro Integrado de Cultura (CIC)

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Na coletiva deste sábado (17), em Jurerê Internacional, Djenyfer Arnold, Vittoria Lopes, Mikelle Coelho e as francesas Julie Iemmolo e Léa Riccoboni falaram sobre visibilidade e estratégia para a prova de domingo (18), que larga às 5h45.

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No encontro do LIDE Santa Catarina na Energiluz, nesta sexta-feira (16), o presidente do Conselho da WEG explicou como funciona a WPA e o conselho de família; painel reuniu Koerich, Docol, Ábaco, Herval, Nexti e Cota Real.

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Reunião de abertura em Mafra, nesta sexta-feira (16), reuniu prefeitos, BRDE e o Consórcio Pontos de Luz; a previsão é de cerca de 18 meses até o leilão da concessão.

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O livro “Macromundo” (Confraria do Vento, 64 p., R$ 20), do poeta Wladimir Cazé, será lançado nesta quarta-feira, 30, com sessão de autógrafos a partir das 19h, no hall de entrada do Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis.

Wladimir Cazé vem publicando poesia e folhetos de cordel desde 2004. No livro atual, coisas ínfimas e minúsculos animais são subvertidos pela linguagem, enquanto os corpos inanimados soltos no universo infinito, vazio e silencioso são capazes de conter ou espelhar sensações ou experiências humanas.

Nos textos “Macromundo”, há traços dos deslocamentos que caracterizam a vida atual e de matérias-primas como o cinema, a fotografia e a pintura, além de uma leitura atenta da poesia contemporânea e de uma revisitação do legado de diversas tradições poéticas brasileiras.

Cazé também apresenta seu folheto de cordel “A filha do Imperador que foi morta em Petrolina”, uma fantasia ficcional sobre sangue e fé que se passa no sertão do Nordeste brasileiro, na época da Proclamação da República.

Wladimir Cazé é autor também de “Microafetos” (poesia, 2005), “A filha do Imperador que foi morta em Petrolina” (cordel, 2004) e “ABC do Carnaval” (cordel, 2009). Integra o coletivo de escritores Corte, que promove recitais e debates sobre literatura em Salvador (Bahia).

Foto: Edilson Barreira