Santa Catarina tem 8,5 milhões de usuários de celular e menos de 200 funcionários no serviço de telefonia móvel

GeralSanta Catarina tem 8,5 milhões de usuários de celular e menos de...

IRONMAN 70.3 Florianópolis: atletas da elite feminina falam sobre a primeira prova só de mulheres às vésperas da largada

Na coletiva deste sábado (17), em Jurerê Internacional, Djenyfer Arnold, Vittoria Lopes, Mikelle Coelho e as francesas Julie Iemmolo e Léa Riccoboni falaram sobre visibilidade e estratégia para a prova de domingo (18), que larga às 5h45.

Frio volta a SC com ciclone em alto-mar: mínima pode chegar a 0 °C na segunda e mar fica agitado no litoral

Defesa Civil prevê queda das temperaturas a partir de sábado (17), geada no Planalto Sul e no Meio-Oeste na segunda (19) e ondas de até 2,5 m em Florianópolis.

LIDE SC em São José: Décio da Silva, da WEG, detalha governança familiar e defende separar acionista e executivo

No encontro do LIDE Santa Catarina na Energiluz, nesta sexta-feira (16), o presidente do Conselho da WEG explicou como funciona a WPA e o conselho de família; painel reuniu Koerich, Docol, Ábaco, Herval, Nexti e Cota Real.

CODEPLAN inicia PPP de iluminação pública e cidades inteligentes para oito municípios do Planalto Norte

Reunião de abertura em Mafra, nesta sexta-feira (16), reuniu prefeitos, BRDE e o Consórcio Pontos de Luz; a previsão é de cerca de 18 meses até o leilão da concessão.

Compartilhe

Enquanto Santa Catarina contabiliza 8,5 milhões de assinantes de celulares e 2.276 antenas, menos de 200 funcionários atuam no serviço de telefonia móvel no estado. Os dados foram apresentados aos deputados membros da CPI da Telefonia Móvel, durante a reunião da comissão nesta terça-feira, 11, pelo Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Telecomunicações (Sintel). As informações são da Agência de Notícias da Assembleia Legislativa.

Além de pouca gente trabalhando no setor, a terceirização dos serviços das quatro operadoras de celular é apontada pelo Sintel como a principal causa dos problemas enfrentados pelos clientes.

Outro reflexo da terceirização apontada pelo sindicado é a alta rotatividade nos call centers das operadoras. Os índices ficam entre 60% e 70% ao ano nesta área, que é praticamente 100% terceirizada pelas operadoras, segundo o sindicato.

O sindicato aponta como vitória a lei que estabelece o salário mínimo regional no estado, tornando mais digno o salário dos operadores de call center. “Garantimos o salário de setecentos e poucos reais pelo menos. Nem isso as operadoras queriam cumprir. Florianópolis era conhecida como a capital do call center. Depois do mínimo regional, as operadoras tiraram seus atendimentos do estado”, destacou o diretor administrativo do Sintel, José Aldomiro de Souza.