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quinta-feira, janeiro 27, 2022
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Vigilância Epidemiológica de Florianópolis divulgará boletim semanal sobre o vírus Ebola

Vigilância Epidemiológica de Florianópolis divulgará boletim semanal sobre o vírus Ebola

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A Secretaria de Comunicação da Prefeitura de Florianópolis informou que, em decorrência das últimas notícias sobre a persistente epidemia provocada pelo vírus Ebola em Guiné, Serra Leoa e Libéria, no continente africano, a Diretoria da Vigilância em Saúde, divulgará semanalmente um boletim sobre a doença. No alerta podem ser encontradas, além das informações sobre o número de casos identificados e dos países envolvidos, orientações atualizadas sobre como proceder diante de um caso suspeito. O boletim semanal irá manter a população e, em especial, os profissionais de saúde, atualizados em relação à situação epidemiológica no Brasil e no mundo.

Desde o último dia 22 de agosto, a Organização Mundial da Saúde (OMS) registrou 2.615 casos e 1.427 óbitos provocados pelo Ebola na Guiné, Serra Leoa, Libéria e Nigéria. “É possível que este número esteja subestimado, especialmente na Libéria e Serra Leoa, devido às dificuldades de acesso a serviços de saúde associadas ao medo que os doentes e suas famílias têm de sofrer preconceitos no caso de identificação da doença”, afirma a Médica e Gerente da Vigilância Epidemiológica, Ana Cristina Vidor.

Ana explica ainda que na Nigéria, onde a situação é considerada sob controle, já foram registrados 16 casos, com cinco óbitos. Entretanto, não há registro de circulação viral entre os Nigerianos, uma vez que todos os casos identificados até o momento estavam relacionados ao liberiano que entrou doente no país.

Por conta disto, o Ministério da Saúde retirou a Nigéria da lista de países que compõe a definição de casos suspeitos. Assim, permanecem como suspeitos "todas as pessoas com febre de início súbito que tenham vindo da Guiné, Libéria ou Serra Leoa nas últimas três semanas", completa a médica.

É importante ressaltar que o Ebola só é transmissível após a pessoa ficar doente. Assim, não há risco de transmissão da doença por pessoas assintomáticas.
 

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