Revisão do plano diretor de Florianópolis

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Na coletiva deste sábado (17), em Jurerê Internacional, Djenyfer Arnold, Vittoria Lopes, Mikelle Coelho e as francesas Julie Iemmolo e Léa Riccoboni falaram sobre visibilidade e estratégia para a prova de domingo (18), que larga às 5h45.

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Defesa Civil prevê queda das temperaturas a partir de sábado (17), geada no Planalto Sul e no Meio-Oeste na segunda (19) e ondas de até 2,5 m em Florianópolis.

LIDE SC em São José: Décio da Silva, da WEG, detalha governança familiar e defende separar acionista e executivo

No encontro do LIDE Santa Catarina na Energiluz, nesta sexta-feira (16), o presidente do Conselho da WEG explicou como funciona a WPA e o conselho de família; painel reuniu Koerich, Docol, Ábaco, Herval, Nexti e Cota Real.

CODEPLAN inicia PPP de iluminação pública e cidades inteligentes para oito municípios do Planalto Norte

Reunião de abertura em Mafra, nesta sexta-feira (16), reuniu prefeitos, BRDE e o Consórcio Pontos de Luz; a previsão é de cerca de 18 meses até o leilão da concessão.

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Artigo escrito por Zena Becker, presidente da Associação FloripAmanhã (DC, 27/04/2010)

A Associação FloripAmanhã considera fundamental a retomada das discussões do Plano Diretor Participativo (PDP), com a ativa participação da comunidade de Florianópolis, e se coloca à disposição da comissão especial, formada pela prefeitura de Florianópolis para a apresentação e revisão do anteprojeto do PDP. É importante e imperioso lembrar que deve ser assegurado tudo o que já foi estabelecido no Estatuto das Cidades através de uma ampla representação da sociedade.

O plano diretor atual é ineficaz e a cidade não pode esperar mais para que o novo seja aprovado, pois a sua implantação deve acompanhar o crescimento da Capital. O que for construído hoje pode se transformar num grande desastre em poucos anos. Crucial que a prefeitura conduza de forma eficiente a gestão de todo o processo, com a maior agilidade possível, para que a cidade tenha o plano diretor que merece e precisa.

A FloripAmanhã salienta que é preciso garantir que as áreas estratégicas destacadas no novo plano sejam preservadas e se tornem objeto de lei, com urgência.

Dessa forma, se garantirá, por exemplo, que não se dê mais a permissão para a construção de qualquer empreendimento que comprometa a qualidade de vida da cidade. É preciso dizer não ao desenvolvimento a qualquer custo.

Pontos específicos do PDP precisam ser reavaliados. Todas as premissas estratégicas do Plano Diretor Participativo constam no projeto Floripa 2030, contribuição da associação e de seus parceiros para a cidade.

Além das premissas que norteiam o futuro da capital catarinense, o Floripa 2030 abrange projetos – todos disponíveis ao poder público e à sociedade – como o Fórum Criatividade e Imagem da Cidade, que colabora com os rumos que a paisagem da capital catarinense está tomando.