Mais de 1500 portadores de HIV em Florianópolis não sabem que estão contaminados

SaúdeMais de 1500 portadores de HIV em Florianópolis não sabem que estão...

IRONMAN 70.3 Florianópolis: atletas da elite feminina falam sobre a primeira prova só de mulheres às vésperas da largada

Na coletiva deste sábado (17), em Jurerê Internacional, Djenyfer Arnold, Vittoria Lopes, Mikelle Coelho e as francesas Julie Iemmolo e Léa Riccoboni falaram sobre visibilidade e estratégia para a prova de domingo (18), que larga às 5h45.

Frio volta a SC com ciclone em alto-mar: mínima pode chegar a 0 °C na segunda e mar fica agitado no litoral

Defesa Civil prevê queda das temperaturas a partir de sábado (17), geada no Planalto Sul e no Meio-Oeste na segunda (19) e ondas de até 2,5 m em Florianópolis.

LIDE SC em São José: Décio da Silva, da WEG, detalha governança familiar e defende separar acionista e executivo

No encontro do LIDE Santa Catarina na Energiluz, nesta sexta-feira (16), o presidente do Conselho da WEG explicou como funciona a WPA e o conselho de família; painel reuniu Koerich, Docol, Ábaco, Herval, Nexti e Cota Real.

CODEPLAN inicia PPP de iluminação pública e cidades inteligentes para oito municípios do Planalto Norte

Reunião de abertura em Mafra, nesta sexta-feira (16), reuniu prefeitos, BRDE e o Consórcio Pontos de Luz; a previsão é de cerca de 18 meses até o leilão da concessão.

Compartilhe

 Edição especial do Boletim Epidemiológico, editado pela Vigilância em Saúde da Secretaria de Saúde, divulgada neste 1º de dezembro, Dia Mundial de Luta contra a Aids, informa que, em Florianópolis, cerca de 21% dos portadores do vírus HIV provavelmente ainda não sabem que estão contaminados. Isso acontece apesar de a Capital ter uma das maiores taxas de detecção de Aids do Brasil. Nesta situação de subdiagnóstico, estariam cerca de 1.580 indivíduos, uma vez que a prevalência é de aproximadamente 7.400 Pessoas Vivendo com HIV/Aids (PVHA) em Florianópolis, ou 2% de sua população. 

Uma série de ações vem sendo desenvolvida pela saúde pública do Município com vistas a diminuir este índice e ampliar o acesso ao tratamento. Segundo o Boletim Epidemiológico, os centros de saúde oferecem a coleta para teste rápido e a sorologia clássica para o HIV; o Centro de Testagem e Aconselhamento localizado na Policlínica Municipal do Centro garante acesso à população com dificuldade de vínculo aos centros de saúde ou a quem deseje realizar o teste de forma anônima, e a rede de saúde conta com cinco postos de coleta de sorologias e exames específicos de acompanhamento no Continente, nas Policlínicas Municipais do Norte e Sul, e no Centro de Saúde do Saco Grande. 

Além disso, um projeto em colaboração com o Grupo de Apoio à Prevenção da Aids (GAPA) de Florianópolis visa a aumentar o diagnóstico da população entre 14 e 25 anos, tendo em vista o aumento da incidência da infecção e a baixa frequência de utilização de serviços de saúde nesta faixa etária.

Em terapia

No período de 1997 a 2016, um total de 4.509 PVHA foram cadastradas nas Unidades Dispensadoras de Medicamentos que ficam nas Policlínicas Municipais do Centro e do Continente – responsáveis pela distribuição da terapia antirretroviral. Do contingente, 65,80% eram homens.

E, ainda conforme o que a Vigilância em Saúde destacou no Boletim Epidemiológico, a estratégia de repasse de medicamentos para dois meses de tratamento “tem causado melhora substancial na adesão do paciente, facilitando, inclusive, para os pacientes que residem longe”.

As informações são da Secretaria de Comuicação da Prefeitura da Capital.