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terça-feira, novembro 30, 2021
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Orquestra Filarmonia se apresenta nexta sexta-feira no TAC

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Orquestra Filarmonia se apresenta nexta sexta-feira no TAC

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A Orquestra Filarmonia Santa Catarina apresenta o Programa III Oito Estações, no dia 28 de maio de 2010, no Teatro Álvaro de Carvalho, às 21h. No programa da noite, As Quatro Estações, de Antonio Vivaldi e As Quatro Estações Portenhas, de Astor Piazzolla. Regência e Direção Artística de Gustavo Lange Fontes. Solista de Violino: João Eduardo Titton (professor de Música da UDESC – Universidade do Estado de Santa Catarina). Solista de Violoncelo: Ana María Clavijo.

Ingressos à venda na bilheteria do TAC: R$20 e R$10 (meia entrada).


Antonio Vivaldi (1678-1741)
As Quatro Estações Op.8
Concerto nº 1 em Mi Maior, A Primavera
I- Allegro, II- Largo e pianissimo sempre, III- Allegro

Concerto nº 2 em sol menor, O Verão
I- Allegro non molto, II- Adagio, III- Presto

Concerto nº 3 em Fá Maior, O Outono
I- Allegro, II- Adagio, III- Allegro

Concerto nº 4 em fá menor, O Inverno
I- Allegro non molto, II- Largo, III- Allegro

Intervalo

Astor Piazzolla (1921-1992)
As Quatro Estações Portenhas

1. Primavera Portenha
2. Verão Portenho
3. Outono Portenho
4. Inverno Portenho

Sobre o Programa

Antonio Vivaldi (1678-1741)
As Quatro Estações Op.8
Os 4 concertos para violino solista e orquestra de cordas “As Quatro Estações” do Padre Antonio Vivaldi, que são parte integrante de uma coleção de 12 concertos de nome “O Cotejo da Harmonia e da Invenção”, são quiçá as mais conhecidas e apreciadas obras do gênero em todo o mundo. Provavelmente, isso se deva não somente à sua beleza intrínseca, mas também à sua natureza programática, ou seja, ao contínuo processo de associação da música a um programa (vide parágrafo próximo), tornando-a extremamente acessível ao público.
Assim, Vivaldi tomou 4 sonetos que descreviam cada uma das estações do ano e associou-os a cada um dos concertos. O domínio técnico do autor ao violino permitiu que desenvolvesse diversos efeitos sonoros que representassem musicalmente os eventos narrados nos sonetos. Eles abrangem fenômenos da natureza (como ventos e tempestades), sons de animais (como cantos de pássaros e latidos de cachorro), atividades humanas (como danças campestres ou caçadas) e até eventos pitorescos da vida quotidiana (como caminhar sobre o gelo e tombar ao chão, ou adormecer embriagado).
As Quatro Estações constituem-se, portanto, em um verdadeiro convite à descoberta da relação entre o abstrato mundo dos sons e o mundo real. Ouvidos atentos!

Astor Piazzolla (1921-1992)
As Quatro Estações Portenhas
Todo país possui uma música dita nacional, uma maneira de fazer desta expressão artística uma tradução da alma de seu povo. Para os argentinos ela certamente tem um nome: Tango.
Com seu Tango Nuevo, Piazzola deu a este estilo de música, muitas vezes relegado exclusivamente a cabarés e casas noturnas, feições extremamente sofisticadas e elaboradas, trazendo-o às salas de concerto de todo o mundo. E, embora muitas de suas obras interceptem os complexos parâmetros da música erudita, jamais abandonaram a paixão e a intensidade típicas do tango.
Parafraseando “As Quatro Estações” do mestre veneziano Antonio Vivaldi, Piazzolla intercala passagens onde proliferam os ritmos marcados e obsessivos do tango, com grandes passagens “molto cantabile” e “con molto rubato”, de grande expressividade e dramaticidade: Entre a dor da morte e a força da vida.

João Eduardo Titton – Mestre pela University of Cincinnati (EUA), Titton atuou como spalla e solista em projetos da Orquestra de Câmara de Curitiba e da Camerata Florianóplis, bem como participou dos conjuntos Quarteto Brasilis, Quinteto de Cordas de Curitiba, Quarteto de Cordas UDESC e Duo Titton/Zamith. Atualmente é professor e coordenador do Departamento de Música do Centro de Artes, o Programa UDESC Musical e o projeto Orquestra UDESC

Ana María Clavijo – Violoncelista e professora de violoncelo. Formada no Conservatório Superior de Oviedo, Espanha. É integrante da Camerata Florianópolis desde 2006, além de participar em diversos grupos de música de câmara nesta cidade como o Cuarteto de Cordas da UDESC, Felipe Coelho Sexteto, entre outros.

Gustavo Lange Fontes é regente, contrabaixista, compositor e professor catarinense com larga experiência em grandes orquestras internacionais como: Orquestra Filarmônica de Stuttgart, Orquestra Sinfônica do Baixo-Reno, Orquestra Sinfônica da Rádio de Colônia, Orquestra de Câmara de Hannover, Orquestra Filarmônica de Hamburgo, dentre outras.

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