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terça-feira, novembro 30, 2021
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Ventos e correnteza desafiam velejadores na Regata Arquipélago em Floripa

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Ventos e correnteza desafiam velejadores na Regata Arquipélago em Floripa

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O vento nordeste animou as tripulações que disputaram neste sábado a Regata Arquipélago, válida pela 5ª etapa da Copa Veleiros de Oceano. Soprando forte logo após a largada, o ‘Nordestão’ foi diminuindo de intensidade e deixando uma forte correnteza que deu trabalho para ser superada.

O percurso com 31 milhas envolvia as ilhas do Arvoredo e Mata Fome, e os veleiros mais velozes da classe ORC travaram um duelo que terminou com menos de 1 minuto de diferença. O Catuana Kim de Paulo Cocchi que retornava as competições depois de 10 meses parado saiu na frente, mas foi superado pelo Katana Energia de Fabio Filippon por 29 segundos depois de mais de 5 horas de regata. Em terceiro lugar na classe ficou com os gaúchos do San Chico 2.

Na classe RGS A, a vitória foi do veleiro Revanche de Celso Faria foi o único a cruzar a linha de chegada com a desistência do Missionário. Situação parecida na RGS B onde o Zephyrus Made in Floripa, de Tarcisio Matos, que cruzou a linha de chegada depois de quase 8 horas de regata para descobrir que seus adversários Nemo e Bom Abrigo haviam desistido.

Na classe RGS C, o Neon de Maurity Borges Jr. venceu o duelo contra o Cresta de Sergio Seviliano por um detalhe que é praticamente um mantra entre velejadores: banana! “Juro que não sabia que banana a bordo dava azar”, explicava o comandante Seviliano. Entre os veleiros da RGS Cruzeiro, a vitória foi do veleiro Maresia.

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