Primeira fiscalização do ano no pescado vendido em Florianópolis será feita nesta quinta-feira

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Está marcada para esta quinta-feira, 5, a primeira “Operação do DNA do Pescado” de 2015. A ação, que será desenvolvida por equipes da prefeitura de Florianópolis, começará às 9h30 com saída do Procon, e vai fiscalizar a ocorrência de fraudes e substituições, principalmente do bacalhau,  em estabelecimentos da cidade que comercializam a espécie. Ao todo, serão coletadas 50 amostras de pescado para análise. As informações são da secretaria de Comunicação do Executivo Municipal.

A ação contará com a parceria da  Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste), que vai arcar com os custos das análises a serem efetuadas nas amostras que vão ser coletadas, sobretudo, em supermercados. As verificações serão feitas pela empresa mineira Myleus, de biotecnologia, contratada pela Prefeitura através de licitação.

 Somente pode ser denominado bacalhau o produto salgado ou seco elaborado com peixes das espécies “Gadus morhua” (conhecido como Bacalhau Cod e tido como o bacalhau legítimo), “Gadus macrocephalus” (Bacalhau Pacífico) e “Gadus ogac” (Bacalhau Groenlândia). Além disso, a rotulagem do produto também deve trazer o nome científico da espécie utilizada.

 Metodologia Barcode de DNA

                 A identificação de amostras de espécies de pescados pelo código de barras do DNA – também chamada “Metodologia Barcode de DNA”, faz, na prática, um comparativo. Ela verifica se determinada amostra de espécie de pescado à venda in natura, porém já manipulado em filé, por exemplo, em um mercado, ou já processado por um restaurante é a mesma anunciada ao consumidor – levando em conta um banco de dados mundial genético das espécies de peixes.