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terça-feira, outubro 19, 2021
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Projeto Viva a Cidade abrirá espaço para produtores de orgânicos em agosto

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Projeto Viva a Cidade abrirá espaço para produtores de orgânicos em agosto

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O projeto Viva a Cidade, que ocorre todo sábado no Centro de Florianópolis, pode passar a contar, a partir de agosto, com a venda de produtos orgânicos. Em reunião na sede da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) na manhã desta terça-feira, 14, representantes do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa) explicaram o processo de certificação de produtos sem agrotóxicos, ambiental e socialmente adequados. Até o fim do mês, nova reunião incluirá os produtores orgânicos interessados em comercializar na feira.

De acordo com o secretário executivo de Serviços Públicos, Aldo Martins, e o presidente da Companhia Melhorias da Capital (Comcap), Marius Bagnati, há possibilidade de a produção orgânica ser instalada no Terminal Cidade de Florianópolis. Até lá, as peixarias que hoje ocupam o espaço terão voltado para o Mercado Público.

“O projeto Viva a Cidade tem o compromisso de revitalizar a ala leste da Praça XV, devolvendo a saúde financeira e valorizando as expressões culturais naquelas ruas e espaços”, disse Martins sobre o projeto da PMF em parceria com a CDL. Implantar a comercialização de orgânicos ali seria o pontapé inicial para esse projeto que pretende estimular tanto a agricultura urbana como a produção e comercialização de produtos orgânicos.

Produtores aprovam

Entre os representantes dos produtores, Glaico José Sell, engenheiro agrônomo, do Instituto Eco e produtor em Paulo Lopes, e Giovana Cristina Voigt, da Yanti Produtos Orgânicos, aprovaram a ideia do novo espaço de comercialização e garantiram que há pessoas interessadas e com capacidade de atender a demanda por alimentos de qualidade.

Marius Bagnati lembrou que no passado a Comcap introduziu os cestões do povo (mais tarde Direto do Campo) na cidade. “Trabalhamos na época para criar uma alternativa de abastecimento popular e introduzir um regulador de preços dos hortifrutigranjeiros no mercado”, observou. A mesma ideia agora é “ampliar e aproximar a oferta de orgânicos para ajudar a baixar o custo e proporcionar o acesso de mais pessoas a uma alimentação de qualidade”.

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