Prefeitura terá de tornar público o diagnóstico ambiental que antecedeu novo Plano Diretor

Meio ambientePrefeitura terá de tornar público o diagnóstico ambiental que antecedeu novo Plano...

Frio volta a SC com ciclone em alto-mar: mínima pode chegar a 0 °C na segunda e mar fica agitado no litoral

Defesa Civil prevê queda das temperaturas a partir de sábado (17), geada no Planalto Sul e no Meio-Oeste na segunda (19) e ondas de até 2,5 m em Florianópolis.

Joaquina ganha passarela de madeira sobre as dunas, com rampa a partir do estacionamento

Estrutura de 185 metros foi concluída em 13 de outubro, custou cerca de R$ 695 mil e fica pronta mais de dois meses antes do verão.

Avenida da Saudade, no Itacorubi: pedestres e ciclistas passam a usar desvio pelo aterro a partir desta sexta

Nova fase da obra começa na tarde de 16 de outubro e deve durar cerca de 15 dias; a ideia é terminar o trecho antes da temporada de verão.

Ciclo do Divino 2026 fecha neste domingo no Rio Vermelho, com 15 comunidades

Encerramento na Igreja de São João Batista reúne as comunidades festeiras da Capital; a procissão sai às 15h e o rito de fechamento está previsto para as 16h30.

Compartilhe

A Prefeitura de Florianópolis terá de disponibilizar à população acesso ao chamado diagnóstico ambiental, documento que aponta as restrições de uso e ocupação do solo na cidade e que não foi levado em consideração na feitura do novo Plano Diretor da Capital, segundo o Ministério Público Federal (MPF). Além disso, deverão ser tornados públicos os dados das 22 audiências/reuniões comunitárias que foram promovidas pelo Executivo municipal após a aprovação/promulgação do plano. As informações são da assessoria de comunicação do MPF.

A decisão foi tomada em encontro que reuniu o prefeito César Souza Júnior, a procuradora da República Analúcia Hartmann, o procurador geral do Município, Alessandro Abreu, e o secretário Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano (SMDU), Marcelo Martins da Rosa.

O tema da reunião foi o cumprimento da decisão do TRF 4ª Região que obriga o município a refazer as audiências públicas que deveriam ter precedido a análise e a aprovação do Plano Diretor pelo legislativo de Florianópolis, em janeiro de 2014.

Segundo o prefeito, “a intenção do município é cumprir a decisão e aproveitar o momento para aperfeiçoar o plano diretor”. A proposta é validar, como as audiências públicas determinadas, as 22 audiências/reuniões comunitárias. O prefeito afirma que as reuniões tiveram ampla participação popular e apontaram equívocos que devem ser corrigidos na legislação. Também foi proposta a realização de uma audiência geral e do acolhimento das sugestões obtidas em tais audiências.

A procuradora Analúcia Hartmann, no entanto, ponderou que não foi observado o princípio da participação informada no processo que culminou no plano diretor em vigor, que o mesmo tem incoerências que trazem prejuízos urbanísticos e ambientais e que o documento legal tem contradições internas e zoneamentos que afrontam a legislação federal.

Ainda em data desconhecida, ocorrerá uma nova reunião ampliada, para avaliação da proposta, desta vez com a participação também do Ministério Público Estadual, do Núcleo Gestor do Plano Diretor e dos vários setores da Prefeitura que devem intervir no tema.