Florianópolis participa do 9º Fórum Panrotas em São Paulo

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O secretário de Turismo Márcio de Souza participou do 9º Fórum Panrotas, em São Paulo, que contou com a presença do ministro do Turismo, Pedro Morais.

O Fórum esteve reunido por dois dias, 28 e 29 de março, numa intensa e participativa programação reunindo elevadas personalidades e empresas do universo do turismo nacional e internacional.

A atividade objetivou discutir e apresentar tendências para o turismo brasileiro frente a conjuntura de desenvolvimento econômico, relacionando-a aos desafios representados pela inclusão de parcela significativa da população emergente na economia nacional.

Assim, faz-se necessária a aceleração de providências para o melhoramento da infra estrutura, como a questão dos aeroportos, em todo o Brasil. Também foi amplamente debatido o emprego e manejo de novas tecnologias para o melhoramento do setor hoteleiro, bem como a qualificação profissional para o setor turístico, que muito se recente de um programa mais agressivo de formação.

A questão da atenção para o melhoramento da competitividade nacional, no plano externo, se revelou preocupante, dado a nossa baixa capacidade de investimento publicitário, especialmente no plano público.

Considerando os números extraídos das estatísticas apresentadas, o turismo é um “filho recente” das políticas públicas. Parece haver uma incompreensão generalizada sobre esse recente conceito de jovem concepção do Estado.

Num painel bastante concorrido sobre a situação das grandes empresas aéreas, ficou bastante perceptível a expressiva e complexa agenda de providências para a superação de gargalos, tanto para o setor público quanto para o setor privado. Entretanto, o que é animador é a disposição e condições objetivas para o crescimento e prosperidade para os empresários e a população brasileira.

Segundo o secretário Márcio de Souza, participar de um evento desta dimensão nos aprofunda a reflexão sobre o desenvolvimento do turismo, não mais na periferia das grandes decisões políticas. É preciso reconhecer suas propriedades democratizantes, inclusivas no enfrentamento às pobrezas, com planos, condições de ampliar o combate às desigualdades e isolamentos regionais culturais étnicos e econômicos.